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por Vivo Seu Dinheiro

Limite de saque é usado como estratégia de segurança por bancos

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Sabe aquele dinheiro que você guarda no banco com a certeza de que, na hora precisar, pode passar em um caixa eletrônico e usá-lo da maneira que achar conveniente? Na prática, as coisas não são bem assim. Principalmente por questões de segurança, os bancos estabelecem um limite de saque nos terminais eletrônicos. A ideia é que, com a limitação dos valores, os bandidos sintam-se menos estimulados a praticar assaltos ou sequestros-relâmpago.

Não há uma faixa de valores ou horários uniforme entre as instituições bancárias. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), cada instituição estabelece o limite de saque conforme as suas políticas de segurança, sem qualquer intervenção por parte do Banco Central. Também há variação nos valores conforme o tipo de conta (comum, especial ou premium) dos correntistas.

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Com a limitação dos valores, a intenção é que assaltos não aconteçam. Foto: iStock, by Getty Images

De toda forma, na maior parte dos bancos, os valores máximos de saques podem ser alterados, conforme a necessidade dos clientes. Para isso, o correntista precisa manter contato com a agência e solicitar a ampliação (ou redução, se for este o seu interesse) do limite de saque no caixa eletrônico.

BB revisa periodicamente limites de saque dos clientes

No Banco do Brasil, os valores são definidos automaticamente. De forma periódica, as quantias podem ser alteradas, sempre com base na movimentação financeira observada em cada conta. Em geral, em dias úteis, os limites de valores para transações nos terminais de auto-atendimento são de R$ 1 mil (saque), R$ 10 mil (pagamentos) e R$ 30 mil (transferências). Caso o favorecido da transferência não seja cadastrado previamente, o valor limite é de R$ 1 mil.

Já na Caixa Econômica Federal, os valores para movimentações em contas-correntes, contas-poupança, contas Caixa Fácil ou Conta Salário são de R$ 1 mil (saques) e R$ 3 mil (compras para cartões de crédito e débito com chip) e R$ 1 mil (compras para cartões sem chip).

​No Bradesco, o limite diário para saque com cartão de débito nos guichês da agência é de R$ 1 mil. Para saques acima de R$ 5 mil, é preciso avisar o banco com antecedência de um dia útil. Para valores acima de R$ 500, além do cartão de débito, é preciso apresentar um documento de identificação com foto (RG, CNH, passaporte ou outros).

No HSBC, os limites básicos diários para saques nos caixas automáticos variam de R$ 1 mil (saques com cartão em conta-poupança) a R$ 6 mil (saques em conta-corrente usando cartões com chip nos finais de semana prolongados). Entre 22h e 6h, o limite para saque é de até R$ 300 para todos os segmentos.

Por mês, correntistas têm um número limite de saque gratuito

Além dos limites diários para movimentação de valores nos caixas eletrônicos, os correntistas também precisam ficar atentos à quantidade de saques e transferências que podem ser realizadas mensalmente. Este número é um dos itens que compõem os pacotes de serviços – para cada tipo de conta, há um número determinado de saques e transferências gratuitos inclusos no valor da tarifa mensal. No Bradesco, por exemplo, um titular de conta-corrente básica tem direito a até quatro saques por mês isentos de tarifa bancária. Já nos casos de conta poupança, são apenas dois saques mensais sem custos.

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