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por Vivo Seu Dinheiro

Levar dinheiro na viagem vale a pena? Entenda como avaliar

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Recorrer a um cartão de crédito internacional, aderir a cartão pré-pago ou levar dinheiro na viagem? Definir com antecedência a maneira como você vai gastar o dinheiro quando está longe de casa é condição para quem deseja economizar. Confira, a seguir, as principais recomendações para aproveitar ao máximo os recursos.

Vale a pena levar dinheiro em viagens nacionais?

Se você pretende viajar para uma cidade brasileira, basta pesquisar e se informar para descobrir se a localidade de destino tem disponibilidade de caixas eletrônicos e sinal de telefonia para operar o cartão de crédito e débito.

Em destinos remotos e pouco povoados, como uma ilha parcialmente habitada ou uma floresta no interior do país, talvez seja mais difícil o acesso a recursos tecnológicos. Depois de se informar a respeito das condições, pode ser que você chegue à conclusão de que a melhor alternativa é carregar dinheiro em espécie.

Se, por um lado, essa técnica permite economizar e controlar o dinheiro com mais rigor – já que você levará apenas o que pretende gastar –, também corre-se o risco de perder tudo em caso de assaltos.

A principal recomendação, portanto, é informar-se com antecedência e priorizar o uso de cartões de débito e crédito. Caso não seja possível, redobrar a atenção com o dinheiro em espécie, e nunca armazenar toda a quantia em um único local.

Vale a pena levar dinheiro na viagem para o exterior?

Para quem planeja viajar a outros países, existem três alternativas mais comuns para lidar com o dinheiro: cartão de crédito internacional, cartão pré-pago e dinheiro em espécie. Como é impossível determinar a melhor opção para todos os casos, elencamos, a seguir, os principais pontos positivos e negativos de cada forma de pagamento.

levar dinheiro na viagem

Planejamento é a principal recomendação para quem deseja viajar e economizar ao mesmo tempo. Foto: iStock, Getty Images

Pontos positivos

– Cartão de crédito internacional: pode haver desvalorização da moeda até a data de pagamento da fatura, favorecendo o usuário, permite fazer reservas em hotéis, rende pontos, é seguro.

– Cartão pré-pago: há opções para diversas moedas, é prático, permite saques na moeda estrangeira, pode ser usado como cartão de débito, pode ser recarregado pela internet.

– Dinheiro em espécie: tem o IOF mais barato entre todas as opções, de apenas 0,38%, permite planejamento financeiro porque o câmbio é executado uma única vez.

Pontos negativos

– Cartão de crédito internacional: o IOF é de 6,38%, o limite para gastos internacionais pode ser baixo, há um intervalo de tempo muito grande entre a data da compra e a data de pagamento da fatura, oscilações da moeda podem tornas as despesas mais caras.

– Cartão pré-pago: o IOF é de 6,38%, existe uma taxa para saques no exterior, há uma taxa para períodos de inatividade, pode ser necessário fazer a conversão de moedas duas vezes, caso não haja cartão pré-pago para a moeda do seu país de destino.

– Dinheiro em espécie: segurança, pois é impossível recuperar o dinheiro em caso de extravio, roubo e furto.

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Conclusão

E aí, o que se conclui disso tudo? Se você prioriza a economia, o mais indicado é levar dinheiro em espécie na viagem, mas o ideal é que sejam passeios curtos. Calcule a probabilidade de algo dar errado – com base nos índices de violência e de criminalidade do destino – e faça as contas para descobrir se a economia compensa o risco.

Se você valoriza a economia mas não quer correr o risco de ficar sem nada em caso de assalto, uma opção interessante é o cartão pré-pago, especialmente em casos de viagens longas, como intercâmbios.

Já o cartão de crédito internacional é indicado para quem não se preocupa com o câmbio flutuante, valoriza a segurança, a praticidade e a comodidade e deseja fazer reservas em hotéis e pousadas, além de carros.

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