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por Vivo Seu Dinheiro

Lâmpadas incandescentes de 60 W estão fora do mercado

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Desde o dia 1º de julho, não são mais encontradas nos supermercados, ferragens e lojas de equipamentos eletrônicos as lâmpadas incandescentes de 60 W, as mais usadas pelos brasileiros. Elas estavam presentes em 70% dos lares nacionais, de acordo com o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).

A mudança é realizada conforme o cronograma estabelecido pela Portaria Interministerial 1007 dos Ministérios de Minas e Energia, da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, de dezembro de 2010, que fixou índices mínimos de eficiência luminosa para fabricação, importação e comercialização das lâmpadas incandescentes no Brasil.

Desde então, esse tipo de iluminação vem sendo retirado do mercado brasileiro. As de 100 W, 150 W e 200 W já estavam proibidas de serem comercializadas. Com a proibição das de 60W, ficam faltando apenas as de potência entre 25 W e 40 W, previstas para deixarem de ser vendidas em 30 de junho de 2016.

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Lâmpadas incandescentes de 60 W eram as mais usadas no país. Foto: iStock, Getty Images

A fiscalização será feita no varejo pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) e órgãos delegados do Inmetro. Os fabricantes, importadores e comerciantes que não cumprirem a legislação podem ser multados em valores que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão.

Mais baratas na gôndolas, as lâmpadas incandescentes consomem quatro vezes mais energia que as fluorescentes compactas e duram de oito a dez vezes menos. De acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), uma família que mora em uma casa de dois quartos gasta, em média, R$ 20 a R$ 30 por mês para iluminar a residência com lâmpadas incandescentes de 60W, ao passo que se optar pela troca por lâmpadas fluorescentes compactas, terá seus gastos mensais reduzidos para até R$ 4.

Alternativas às lâmpadas incandescentes

Além das já citadas fluorescentes compactas, exitem outros dois modelos que substituem com eficiência às lâmpadas incandescentes tradicionais: as incandescentes halógenas e as de LED. Apesar de serem mais caras, as três gastam menos energia e duram mais. Segundo o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) as incandescentes duram em média mil horas, as halogênias e fluorescentes 6 mil horas e as de LED duram cerca de 25 mil horas.

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Conheças outras diferenças do três modelos confrome o Inmetro

Halogênias

O princípio das halogênias é o mesmo das incandescentes, com a diferença que nesse modelo o gás halogênio regenera o tungstênio, fazendo com que ela dure mais. Outra vantagem da halógena é o tamanho reduzido. As principais de uso doméstico são as dicroicas, PAR, AR e halopins.

Fluorescentes

Seu ponto forte é a economia em relação às incandescentes: duram de seis a oito vezes mais. As lâmpadas frias e superfrias devem ser utilizadas apenas em cozinhas e banheiros. Para salas e quartos, prefira os modelos quentes, com temperatura de cor até 3.000 kelvins.

No entanto, existência de mercúrio em seu interior e a produção de pequenas quantidades de raios ultravioleta, danosos à pele humana, pesam contra o modelo.

LED

Enquanto os outros dois modelos funcionam a partir de filamentos e gases, as lâmpadas de  LED geram energia por microchip. Ela são mais eficientes e mais econômicas e revertem toda a energia em iluminação e não em calor, consequentemente não desperdiça energia.

Além disso,  não emite radiação IV/UV, o que evita danos à pele, plantas e também objetos ou produtos expostos. Como o LED não possui em sua composição metais pesados como chumbo e mercúrio, não há necessidade de um descarte especial como as lâmpadas fluorescentes.

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