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por Vivo Seu Dinheiro

Investir em ações exige conhecer os custos operacionais da Bolsa de Valores

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O mercado de ações pode ser traiçoeiro. Um investidor que não tiver o cuidado de calcular bem qual será o seu lucro líquido, em vez do rendimento bruto de suas aplicações, pode sair no prejuízo. O cuidado deve ser redobrado ao investir na Bolsa de Valores, porque são vários os custos operacionais e, por isso, é preciso saber se a valorização dos ativos compensa as despesas.

Análise de custos operacionais

Taxa de custódia é uma das despesas do investidor que negocia ações. Foto: iStock, Getty Images

Principais custos operacionais ao investir em ações

É preciso ter sempre em mente que ninguém ganha dinheiro do dia para a noite ou de mão beijada. Para chegar ao patamar de um investidor experiente que apenas administra seus lucros sem grandes preocupações, um longo caminho de muito estudo deve ser percorrido.

Um dos passos mais importantes para o investidor é entender quais são os custos operacionais para investir na Bolsa de Valores. Confira mais detalhes:

Corretagem

Para investir na Bolsa de Valores, é necessário ter uma conta em uma corretora. É ela que vai intermediar as compras e vendas do seus ativos e disponibilizar canais como o home broker, no qual o investidor pode gerir com facilidade suas aplicações. Para tudo isso, há custos operacionais, que são a taxa de corretagem que a empresa cobra.

Nas operações via home broker, a taxa de corretagem é, geralmente, um valor fixo por operação, girando em torno de R$ 10,00. Já na mesa de operação, quando as ações são compradas ou vendidas por telefone, geralmente há uma taxa fixa e um percentual sobre o valor de cada transação.

A taxa de corretagem varia conforme o prestador do serviço, então, vale fazer uma boa pesquisa antes de escolher a corretora.

Emolumento

É a taxa cobrada pela BM&FBovespa, referente à soma de emolumentos, liquidação e registro. Trata-se de um pequeno percentual sobre cada operação realizada (varia de acordo com a categoria da aplicação), cujo total em quase todos os casos fica abaixo de 0,1%. Confira no site a tabela com as tarifas cobradas pela Bolsa de Valores para os cursos operacionais e emolumento.

Taxa de custódia

Eis outra taxa cobrada pela corretora, mas dessa vez não se trata do dinheiro que a empresa recebe pela prestação do seu serviço, mas sim para pagar os custos operacionais que ela tem para manter os ativos dos clientes vinculados ao nome e CPF do investidor, mas sob custódia da corretora.

A taxa serve para cobrir os custos operacionais junto à Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), que executa a compensação e liquidação dos ativos. Ela é cobrada por meio de um valor fixo mensal, que varia conforme a corretora.

Imposto de Renda

O principal tributo que incide sobre operações na Bolsa de Valores é o Imposto de Renda (IR). O rendimento líquido obtido na venda de ações é taxado em 15%. Já no caso do day trade, quando a ação é comprada e vendida no mesmo dia, o IR é de 20%, com 1% retido na fonte como antecipação.

Os ganhos sobre os dividendos são isentos, porque o lucro original já foi tributado, e os juros sobre capital próprio são taxados em 15% sobre o valor que a empresa pagou ao acionista.

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Agora que você já conhece os principais custos operacionais do mercado de ações, calcule bem antes de investir o seu dinheiro. Se gostou das dicas, compartilhe o artigo!

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