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por Vivo Seu Dinheiro

Intercâmbio na Coreia do Sul abre portas para carreira tecnológica

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Se a busca por estudar no exterior cresce no Brasil, a variedade de destinos também fica maior. Fazer um intercâmbio na Coreia do Sul era, até pouco tempo, uma ideia não muito popular, em função das diferenças culturais. Mas essa pode ser uma oportunidade única para os apaixonados por tecnologia.

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Estudar na Coreia do Sul pode ser oportunidade de entrada no mercado de tecnologia. Foto: Shutterstock

Diferenciais de um intercâmbio na Coreia do Sul

Sem sofrer interferências negativas da crise financeira que afeta o Brasil, o mercado de intercâmbios cresceu 600% no primeiro semestre de 2015 com relação ao mesmo período em 2014. Os dados são da Associação Brasileira das Agências de Intercâmbio (Belta), que indica a baixa perspectiva de trabalho no país como impulsionador da procura.

Para quem tem desejo de conhecer realidades diferentes da brasileira, um intercâmbio na Coreia do Sul se mostra interessante. Por lá, a educação é levada a sério, não apenas o Ensino Fundamental, mas também o Superior. O Brasil possui parceria com o país asiático desde 2012, quando a primeira turma do programa Ciência Sem Fronteiras chegou a terras coreanas.

O intercâmbio na Coreia do Sul é, sobretudo, uma troca cultural. A começar pela língua. O coreano, idioma oficial do país, segue os sistemas de escrita hangul e hanja, com desenhos que lembram a lógica dos ideogramas chineses.

Para estudar o idioma, cursos com duração de quatro semanas são oferecidos no país, informa Fernanda Breder, especialista de vendas da World Study.

Intercambistas que desejam viagens em curto prazo podem estudar o idioma coreano durante esse período e ainda vivenciar a cultura local, com sua culinária diferenciada e o acelerado desenvolvimento tecnológico. Conforme Fernanda, um pacote para esse período, com acomodação e taxas, sai por US$ 2 mil, pouco menos de R$ 8 mil.

Entender o sistema de fala e escrita é importante para os passos seguintes, como estudar e trabalhar. As universidades coreanas estão entre as melhores do mundo, segundo o ranking da Quacquarelli Symonds – 40 delas estão em Seul, a capital, que é centro econômico do país e principal destino dos estudantes.

Os universitários têm permissão para trabalhar em meio turno se estiverem em um curso que dure mais de seis meses e podem assumir turnos integrais durante suas férias. É uma oportunidade de ganhar dinheiro e aprender, principalmente nos ramos de tecnologia.

Na Coreia do Sul está uma das maiores empresas de tecnologia e telefonia do mundo: a Samsung. A empresa costuma abrir vagas para receber estudantes que se interessem pelo setor. Uma turma específica de sulamericanos foi recrutada para treinamento em 2014.

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Burocracia do intercâmbio na Coreia do Sul

A documentação para ingresso na Coreia do Sul é bastante acessível aos turistas brasileiros, já que há parceria entre os governos dos dois países. Inclusive, os visitantes podem ficar até 90 dias no país sem que precisem de vistos específicos. Se você tem o visto brasileiro, mesmo que não tenha nascido no país, pode curtir até três meses na Coreia do Sul.

Já para os estudantes, a burocracia aumenta um pouco. Para fazer um intercâmbio na Coreia do Sul, é preciso visto e comprovação de matrícula em alguma universidade brasileira.

Além disso, é necessário ter carta de recomendação, documentos que comprovem que você é capaz de se sustentar, passaportes e preenchimento de formulário. A dica é consultar a embaixada coreana no Brasil.

 

Você tem uma boa dica sobre intercâmbio na Coreia do Sul? Deixe seu comentário.

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