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por Vivo Seu Dinheiro

Hipoteca é opção para quem quer crédito com juros mais baixos

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O termo hipoteca é comum para quem assiste a filmes americanos, mas não é uma exclusividade estrangeira. Trata-se de um contrato em que o devedor dá um imóvel ao credor para garantir o pagamento de sua dívida. Antes de recorrer a essa solução, é preciso ficar atento ao seu funcionamento.

Como funciona a hipoteca

Diferente do que muitos imaginam, a hipoteca também é largamente utilizada no Brasil, afirma o economista Bernardo Braggio.  Ele lembra que a maioria dos financiamentos concedidos antigamente pela Caixa Econômica Federal eram realizados através desse modelo.
Com o imóvel em negociação, as instituições financeiras têm uma garantia maior que o empréstimo será pago e tendem a liberar valores maiores, com taxas de juros que costumam ser mais atrativas. Embora tudo pareça simples, há um pequeno porém: se você não conseguir se planejar financeiramente e deixar de fazer o pagamento, é possível perder o imóvel.
Em um contrato de hipoteca, o seu bem é dado como garantia do pagamento de uma dívida. Foto: iStock, Getty Images

Em um contrato de hipoteca, o seu bem é dado como garantia do pagamento de uma dívida. Foto: iStock, Getty Images

Hipoteca no Brasil e nos Estados Unidos

O modelo de hipoteca praticado aqui e nos Estados Unidos possui algumas diferenças. Duas delas são as taxas de juros e os custos de transação mais baixos. Para Baggio, são essas caraterísticas que possibilitam esse modelo de estratégia financeira de forma mais abrangente entre os americanos. Já no Brasil, a prática é mais comum entre os empresários, que utilizam os imóveis como garantia para a tomada de capital de giro.
“Nos Estados Unidos, o que acontecia era dos proprietários ou compradores de imóveis se utilizarem do financiamento para alavancagem, para ganho com a valorização imobiliária, ou mesmo utilizar o imóvel para obter recursos à vista e investir na Bolsa de Valores ou outro segmento, em razão das baixas taxas de juros”, explica Baggio.
O economista explica que, até por volta de 2007, quando os Estados Unidos viveu uma intensa crise no mercado imobiliário, a alavancagem com a hipoteca funcionava da seguinte forma: você comprava uma casa de USD 500 mil e dava uma pequena entrada de 5%. Ou seja, pagava USD 25 mil e financiava o restante a taxas que ficavam entre 2% e 3% ao ano.
Alguns meses depois, o imóvel já valia USD 530 mil. Então era a hora de vender a casa, quitar o financiamento e ganhar um retorno excedente de USD 30 mil, a partir de um investimento de USD 25 mil. Ou seja, os juros baixos tornavam o investimento rentável.

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