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por Vivo Seu Dinheiro

Gás natural veicular: avalie o custo-benefício para o seu carro

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Para alguns motoristas, é uma questão de economia. Para outros, de consciência ambiental. Independentemente do motivo, a instalação de gás natural veicular é uma opção adequada aos dias atuais, marcados tanto pelo aperto no bolso quanto pelo avanço da poluição na atmosfera.

Além da baixa emissão de produtos nocivos ao ambiente, como gás carbônico, nitrogênio e enxofre, esse combustível rende mais que a gasolina e o etanol. De quebra, faz com que a troca de óleo fique mais espaçada em função de algumas propriedades – pois não acumula resídios na parte interna do motor.

Carros com gás natural veicular

Apelo ambiental e econômico do GNV estimulam a escolha pelo combustível. Foto: iStock, Getty Images

Custo do gás natural veicular

De forma geral, não há restrições para a instalação do GNV. Em outras palavras, qualquer carro pode ser adaptado para utilizar o gás – e sempre com a opção de rodar também com seu combustível original.

Para isso, porém, é necessário instalar um kit, formado por cilindros, válvula, redutor, caixa comutadora e manômetro.

Mas o valor nem sempre é acessível. Atualmente, o kit pode ser encontrado a partir de R$ 1,7 mil, mas esse preço só contempla o material e não considera a instalação. Dependendo da marca, pode custar bem mais caro.

Quando o GNV vale a pena

Segundo estimativas, o custo da conversão pode ser compensado em quatro meses para motoristas que rodam em torno de 8 mil quilômetros por mês, como taxistas. Para uso particular, com cerca de mil quilômetros por mês, esse prazo médio sobe para 30 meses.

Por isso, antes de instalar o gás natural veicular, é preciso avaliar quanto tempo você pretende ficar com o mesmo carro. Quando se trata de um automóvel mais antigo, que já começa a dar sinais de desgaste e apresenta gastos com mecânica, talvez não seja boa ideia.

Se não for esse o seu caso, a economia na hora de abastecer pode compensar, pois chega a superar os 60% em comparação à gasolina.

Além desse fator, mesmo se o motorista precisar aguardar dois anos e meio para ter retorno do seu investimento, ainda pode valer a pena. Como? O equipamento pode ser transferido de um veículo para outro.

O GNV ainda tem uma vantagem que nem sempre é considerada. Além de ser menos poluente e mais econômico, ele também representa menos tráfego na estrada, uma vez que é transportado por gasoduto – e não por caminhões, como a gasolina. Menor custo e menos trânsito, portanto.

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Desvantagens do gás natural veicular

Mas é claro que o gás natural veicular tem seus pontos negativos e eles podem aparecer no desempenho do carro, inicialmente, com a redução na potência do motor, sobretudo no momento do arranque.

É importante considerar, contudo, que os atuais equipamentos (que integram a chamada quinta geração) registram esse tipo de problema com bem menos frequência que os modelos anteriores. Isso acontece porque usam primeiro combustíveis líquidos (como a gasolina) para depois dar sequência com o gás.

 

Você tem uma boa experiência com o gás natural veicular? Conte nos comentários!

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