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por Vivo Seu Dinheiro

Funding imobiliário é utilizado por bancos para financiar sua casa própria

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Comprar a casa própria é o sonho de muita gente. Mas pagar por ele, muitas vezes, só é possível com a ajuda de um financiamento habitacional. Ao buscar essa modalidade, a instituição que você contata recorre a um funding imobiliário para viabilizar a aplicação. Mas você sabe como ele funciona?

Um funding imobiliário é uma fonte de recursos utilizada pelos bancos para oferecer o financiamento aos mutuários. Sem eles, as instituições financeiras não estariam aptas a possibilitar a realização de um sonho tão comum do brasileiro.

Funding imobiliário ajuda no sonho da casa própria.

Sonho da casa própria pode ficar mais acessível com financiamento habitacional. Foto: iStock, Getty Images

Tipos de funding imobiliário

De modo geral, o funding imobiliário é uma linha de crédito na qual os bancos captam recursos para disponibilizar os financiamentos habitacionais. Existem três tipos dessas linhas atualmente no mercado. O que difere uma da outra é basicamente a origem desses recursos que se transformam em crédito. Saiba mais sobre cada uma delas:

Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)

Esse tipo de funding imobiliário busca capital nos rendimentos da caderneta de poupança. Cada instituição bancária tem como fonte de recursos as contas poupanças de seus correntistas, estando autorizadas pelo Banco Central a utilizar até 65% desse montante como crédito imobiliário.

Recursos livres de aplicações financeiras ligadas à imóveis

Essa linha de crédito usa recursos provenientes de investimentos realizados em Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (Cris) e das Letras Hipotéticas (LHs).

Toda instituição bancária utiliza parte do capital desses investimentos para viabilizar os financiamentos imobiliários. De modo mais simples, o investidor está “emprestando” dinheiro ao banco para que ele ofereça créditos imobiliários aos clientes.

Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)

O terceiro tipo de fonte de recursos para os financiamentos é o próprio FGTS recolhido mensalmente do salário dos trabalhadores. Enquanto esse benefício não é sacado pelo beneficiário, ele é utilizado como capital de giro para os financiamentos imobiliários.

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Financiamento definido pelo funding imobiliário

De acordo com normas estabelecidas pelo Banco Central, não cabe ao mutuário escolher o tipo de funding imobiliário que servirá de recurso ao seu financiamento habitacional. A decisão sobre a fonte utilizada é da própria instituição bancária, a partir da renda mensal do contratante e do valor do imóvel.

Elas utilizam o valor do imóvel como parâmetro para oferecer duas modalidades distintas de financiamento: uma realizada por meio do Sistema Financeiro Habitacional (SFH) e outra pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

O SFH é destinado a mutuários que financiam imóveis com valor máximo de R$ 750 mil nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Nos demais estados, esse valor cai para R$ 600 mil. No SFH, o funding imobiliário utiliza o FGTS ou o SBPE.

No caso do FGTS, o financiamento é de até 80% do valor do imóvel novo ou usado. No caso de imóveis usados com financiamento via SBPE, o limite é de até 50% de seu valor.

Já o SFI é destinado a mutuários que financiam imóveis cujo valor ultrapassa R$ 750 mil em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Nas demais regiões, o SFI é destinado a imóveis com valor acima de R$ 600 mil.

 

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