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por Vivo Seu Dinheiro

Financiamento imobiliário atrasado pode levar à perda da casa

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O atalho para a realização do sonho da casa própria costuma passar pelo financiamento imobiliário. Isso significa que o feliz proprietário retira a maior parte do valor do imóvel no banco, e vai pagando em parcelas que se estendem por anos (ou décadas) a fio, acrescidas de correção.

O problema é que esse tipo de operação exige um alto grau de comprometimento. Não basta ter controle dos gastos e organização financeira por algumas semanas ou meses. Até a dívida estar quitada, o caminho é longo e, nele, qualquer descuido pode levá-lo a perder o imóvel.

Casal feliz com o financiamento imobiliário

Planejar sonho da casa própria é chave para não atrasar parcelas do financiamento. Foto: iStock, Getty Images

Financiamento imobiliário e atraso não combinam

Um parcelamento longo deve ser gerenciado com muito planejamento. Afinal, por muitos anos, ele consumirá um percentual importante da sua renda mensal. Nesse período, muita coisa pode acontecer – desde um tempo sem emprego, até uma doença ou o falecimento do cônjuge. É preciso pensar em tudo.

O perigo de um atraso no financiamento imobiliário é a facilidade de retomada do bem pelo credor. A maior parte dos contratos tem base nas leis 4.380/64, 5.049/66 e, mais recentemente, na 9.514/97, que é a Lei da Alienação Fiduciária. Segundo suas regras, o bem fica alienado ao credor. Na prática, significa que ele só é realmente seu quando terminar o pagamento.

Com um contrato nesses moldes, após algumas parcelas atrasadas, o credor pode fazer uma notificação, por meio do cartório de títulos, concedendo um prazo de 15 dias para quitação, em caráter improrrogável.

Caso o tomador do crédito não consiga efetuar o pagamento, o ideal é ligar para o banco e tentar uma renegociação para não ser notificado. Uma vez emitida, o risco de retomada do imóvel é muito grande.

Ao contrário do que ocorre nos financiamentos de automóvel, modalidade na qual o banco precisa ajuizar um processo de busca e apreensão e onde o devedor tem amplo direito à defesa, a retomada de um imóvel não requer nenhuma formalidade após a notificação.

Não sendo pago dentro dos 15 dias concedidos por lei, o banco pode tomá-lo de volta imediatamente. Se for o caso, fazer um depósito em juízo também é válido.

O que fazer em caso de atraso

Antes de mais nada, é preciso avaliar sua situação antes de assinar o contrato. Os bancos geralmente calculam uma prestação de, no máximo, 30% da renda do tomador de crédito. Mas, por segurança, é melhor que não ultrapasse os 20%.

Se você já atrasou, o primeiro passo é procurar imediatamente o banco ou construtora e negociar o pagamento. Em alguns casos, os credores oferecem descontos nas prestações atrasadas – a retirada dos juros, por exemplo.

Outra opção, que muita gente não conhece, é a utilização do FGTS. Seu saldo do Fundo de Garantia por tempo de Serviço pode servir para pagar 80% do valor da prestação, até o limite de três parcelas em atraso.

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Seu nome é seu maior bem

Se você convive com dívidas, precisa conhecer o Vivo Alerta CPF. Entre as suas funções, está o envio de um SMS ao cliente toda vez que ocorrer uma alteração no status do seu nome nas bases de dados da Serasa Experian, toda vez que uma empresa consultar o nome do cliente nessa base de dados e ainda quando o seu nome estiver prestes a ser negativado.

Além disso, o cliente recebe exclusivas dicas antifraude e pode visualizar o relatório completo sobre o seu CPF.

> Vivo Alerta CPF: Receba alertas via SMS sempre que houver consultas a seu CPF

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