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por Vivo Seu Dinheiro

Fim da Lei do Bem eleva os preços de eletrônicos no país

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Você pagava menos por eletrônicos e nem sabia disso. Pode acreditar: se já achava que notebooks, smarpthones e tablets não tinham um custo acessível, pode ter que arcar agora com valores até 80% maiores. A escalada de preços é uma consequência do fim da Lei do Bem, como ficou conhecida a Lei 11.196, que vigorava desde 2005.

Lei do Bem x preços

Se você vinha acompanhando preços no ano passado, mas deixou para comprar um novo celular em 2016, já deve ter percebido que os valores atuais são menos atrativos. Pode, então, ter imaginado se tratar de um reflexo da inflação, que fechou 2015 com a alta recorde de 10,67%.

Não se engane: o índice de preços ao consumidor tem alguma responsabilidade no maior custo dos eletrônicos no país, mas o fim da Lei do Bem é que aparece de forma mais determinante para isso.

Notebooks mais caros com fim da Lei do Bem

Notebooks estão entre produtos que ficaram mais caros com fim da Lei do Bem. Foto: iStock, Getty Images

Em 2005, a publicação da legislação estabeleceu diretrizes para a concessão de incentivos fiscais às empresas que realizassem pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica. Com isso, fabricantes de eletrônicos estavam entre os beneficiados, que tinham que arcar com menos tributos.

No fim da cadeia, o consumidor colhia as vantagens da isenção de impostos como PIS e Confins nas indústrias, e encontrava preços menores por itens como computadores e celulares.

Além disso, a Lei do Bem trouxe outros benefícios ao setor, como dedução de 20,4% a 34% no Imposto de Renda Pessoa Jurídica e na Contribuição Social sobre Lucro Líquido nos gastos com pesquisa e desenvolvimento. O IPI para a compra de máquinas era reduzido em 50%, além da depreciação e amortização acelerada desses bens.  

A projeção era que a medida vigorasse até 2014, sendo prorrogada, posteriormente, até 2018. Entretanto, a forte crise financeira que assola o Brasil pôs fim ao pacote de incentivos de forma mais precoce que a imaginada. O resultado: nas boas vindas ao novo ano, o aumento de preços foi imediato.

Nem todos os produtos foram reajustados em 80% – tal índice é uma exceção. Ainda assim, é possível encontrar valores bem maiores do que os praticados enquanto a Lei do Bem vigorava.

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Como economizar com o fim da Lei do Bem

Se os preços subiram, a boa e velha pesquisa continua sendo a melhor alternativa para economizar. Definir o produto ou suas principais características antes da compra é uma forma de “filtrar” diversos aparelhos similares, com o mesmo potencial de desempenho, mas com variedade de preços.

Nesse sentido, os comparadores de valores na internet, como o Vivo Compras, são excelentes caminhos para encontrar os melhores preços. Além de pesquisar por tipo de produto, a compra na web sempre possibilita descontos maiores que a na loja física.

> Vivo Compras: Encontre os melhores preços para suas compras

Outra opção interessante são os cupons de desconto. Mediante um cadastro em um site especializado, como o Vivo Descontos, é possível receber ofertas exclusivas das suas marcas preferidas. São barganhas que não se consegue nas lojas, mas que na internet se tornaram bastante comuns.

 

O que achou do fim da Lei do Bem? Está notando preços mais elevados? Comente!

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