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por Vivo Seu Dinheiro

Fazer empréstimos para pagar dívidas pode ser uma atitude sensata

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Pode parecer estranho, mas fazer empréstimos para pagar dívidas é, ao mesmo tempo, uma boa e uma má opção. O que vai definir se vale ou não apostar na busca pelo crédito é a sua situação: o ideal é analisar todas as hipóteses e suas possíveis consequências, fazendo cálculos.

Empréstimos para pagar dívidas: vale ou não vale?

Pegue lápis e papel, calculadora, o que for e faça cálculos até encontrar o desfecho que se melhor resolve a sua necessidade. O tipo de débito e o tempo do passivo são fatores muito importantes nessa decisão. Corrobora com o panorama a questão dos juros das contas e os do empréstimo.

“Se a pessoa tem encargos caros, como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito, compensa tomar uma operação de crédito mais barata para quitar a de maior valor”, explica Ewerton Luiz Veloso, colaborador do blog Educando Seu Bolso.

Homem avaliando se empréstimos para pagar dívidas são uma boa opção.

Conheça detalhes da sua dívida antes de decidir-se por um empréstimo para quitá-la. Foto: Shutterstock

Faça as contas antes

Obter empréstimos para pagar dívidas pode virar uma bola de neve quando o valor da parcela do crédito for maior que a soma das prestações das dívidas. Não convém que o novo passivo se transforme em algo impagável só porque você trocou várias contas por um encargo único, mas muito mais oneroso em médio e longo prazos.

A quantia a ser paga junto à instituição que realizou a operação de crédito tem que ser mais favorável que a das obrigações atuais. Isso quer dizer que o novo passivo deve apresentar ainda condições facilitadas de pagamento, como juros reduzidos e prazos satisfatórios para o consumidor.

Veloso salienta que, ao concluir que o empréstimo é a melhor saída, a primeira coisa a se fazer é tentar pagar o máximo de dívidas caras que puder. Existem empresas de cobrança pela internet que podem ser uma solução para ajudar nessa empreitada.

A partir daí, reorganize o orçamento, incluindo na lista de receitas e despesas a responsabilidade contratada. Ainda está gastando mais do que recebe? Então, é hora de cortar supérfluos e procurar outras fontes de renda.

7 passos para a sua decisão

  1. Relacione todas as suas dívidas
  2. Saiba quem são os credores
  3. Atualize os valores dos débitos
  4. Descubra detalhadamente quais são as taxas de juros
  5. Identifique as principais dívidas, isto é, as que têm, ao mesmo tempo, valores e juros altos
  6. Procure cada credor e tente renegociar
  7. Procure uma instituição financeira (banco, cooperativa de crédito) para conseguir um empréstimo com taxas de juros e prazos favoráveis ao seu caso em específico.

Busque o equilíbrio orçamentário

Lembre-se que tudo o que você conseguir de sobra deve ser direcionado a quitar as dívidas que ainda existirem. Quando chegar a um ponto em que não houver mais déficit, isso é, quando não estiver mais pagando juros e multas, você estará em equilíbrio orçamentário. Tome cuidado para não repetir a experiência, evitando precisar solicitar empréstimos para pagar dívidas.

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Seu nome protegido

Se você convive com dívidas, precisa conhecer o Vivo Alerta CPF. Entre as suas funções, está o envio de um SMS ao cliente toda vez que ocorrer uma alteração no status do seu nome nas bases de dados da Serasa Experian, toda vez que uma empresa consultar o nome do cliente nessa base de dados e ainda quando o seu nome estiver prestes a ser negativado.

Além disso, o cliente recebe exclusivas dicas antifraude e pode visualizar o relatório completo sobre o seu CPF.

> Vivo Alerta CPF: Receba alertas via SMS sempre que houver consultas a seu CPF

Você tem uma boa dica sobre empréstimos para pagar dívidas? Comente!

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