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por Vivo Seu Dinheiro

Estilo de vida minimalista busca bem-estar sem consumismo

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O minimalismo surgiu em meados do século 20 como um movimento artístico que influenciou as artes visuais, o design, a música, a moda e a arquitetura. A ideia é simples: quanto menos elementos fundamentais utilizados, melhor. Mas hoje em dia a tendência ganhou novas proporções e passou a ser também um estilo de vida.

Ou seja, ao invés de consumo exagerado e do acúmulo de bens, os minimalistas buscam o bem-estar longe dos excessos, através de relações conscientes e que priorizam as experiências. É uma maneira de buscar a felicidade com menos.

Características de um estilo de vida minimalista

Conceitos com a funcionalidade, a simplicidade e leveza são características que costumam aparecer no estilo de vida daqueles que adotam o minimalismo. Por outro lado, é preciso ter claro que não existem regras definidas. Afinal, a ideia é encontrar uma maneira de se sentir bem a partir de mudanças específicas na sua rotina.

Se para alguns eliminar o excesso significa tirar do guara-roupa a maioria das peças, para outros pode significar deixar de lado um emprego de anos e ir em busca de um modo próprio de trabalhar. Também pode significar trocar o carro pela bicicleta ou deixar de lado smartphone moderno. Tudo depende do que você entende como essencial para a sua vida, que faz parte do mínimo necessário.

O minimalismo propõe um estilo de vida baseado no consumo consciente, para viver apenas com o essencial. Foto: iStock, Getty Images

O minimalismo propõe um estilo de vida baseado no consumo consciente, para viver apenas com o essencial. Foto: iStock, Getty Images

Como se adaptar a esse estilo de vida

Adotar o minimalismo na sua rotina deve ser, antes de tudo, uma decisão espontânea, tomada a partir da reflexão sobre o estilo de vida levado até então. Analise, por exemplo, quais comportamentos estão presentes nos momentos de estresse e irritação ou mesmo que atitudes impedem que você leve o dia a dia da sua maneira.

Diferente do que muitos imaginam, não se trata de deixar o consumo de lado, mas apenas de estabelecer uma relação consciente, que avalia o que realmente é necessário ou aquilo que não passa de um impulso de compra. Ao invés do material, as relações pessoais passam a ter destaque.

A ideia encontrar um ponto de equilíbrio que permita que você aproveite os momentos que realmente importam, ao invés de ficar preso apenas a obrigações e experiências que nem sempre são espontâneas. Uma das dificuldades pode ser conciliar esse momento de mudança a aquele vivido pelas pessoas que estão ao seu redor e nem sempre compreendem de imediato o que ele significa. O segredo é manter um espaço para diálogo e dar tempo para que você se adapte à nova realidade.

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