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por Vivo Seu Dinheiro

Relações em família exigem equilíbrio e espaço para diálogo

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As relações que mantemos em família são responsáveis não apenas por nos dar suporte nos momentos de dificuldade, mas também por moldar comportamentos e ações, de acordo com o modo como os laços são construídos.

Por consequência, quando o relacionamento familiar sofre abalos ou mesmo aparece desgastado, as consequências são sentidas também no dia a dia, na convivência com outras pessoas, seja no trabalho, com os amigos ou mesmo em situações corriqueiras da rotina.

A importância das relações em família

Desde que nascemos, é na família que encontramos lições de aprendizado e afeto. Ao mesmo tempo, é nela que desenvolvemos as primeiras relações e vivências. Não é à toa que, conforme explica o psicólogo Marcelo Quirino, ela é o principal fator de influência nas múltiplas dimensões que compõem o ser humano.

“O ser humano é multidimensional. Isso quer dizer que possui dimensão emocional, social, cognitiva, para alguns espiritual e sexual. Nesse núcleo, pode-se haver ensinamentos sobre como lidar com essa esfera de modo informativo, por identificação, aprendizagem emocional, instrução, imposição ou mecanismos de culpa e de reflexão”, complementa Quirino.

Quando as relações familiares aparecem em equilíbrio e são desenvolvidas de forma saudável, que respeita as individualidades e com espaço para diálogo, o resultado é um ambiente positivo, em que estar perto representa a sensação de acolhimento e suporte.

Quando a família cria um ambiente favorável ao diálogo, o convívio se torna mais fácil. Foto: iStock, Getty Images

Quando a família cria um ambiente favorável ao diálogo, o convívio se torna mais fácil. Foto: iStock, Getty Images

Quando os laços de família estão abalados

Mas o equilíbrio nem sempre é a realidade dos laços mantidos em família. Quando ele some, os problemas aparecem não apenas dentro de casa e passam a ser perceptíveis também nas relações em sociedade. Nesse processo, é comum o acúmulo de emoções negativas, especialmente através de sentimentos como a raiva e o ódio.

“Esse quadro pode desencadear um processo chamado projeção, que é quando a pessoa distorce a realidade e se relaciona com os outros de modo a repetir padrões inconscientes familiares”, pondera Quirino. O resultado é a dificuldade em manter contatos afetivos e relacionamentos íntimos e mesmo tentativas de autossabotagem no ambiente de trabalho.

O psicólogo destaca ainda que, por vezes, um membro da família inicia uma terapia e o diagnóstico profissional é que a própria família precisa de atendimento. Afinal, muitas vezes os problemas passam pela dificuldade de comunicação e pela presença de uma sistemática que reforça as pressões psicológicas e dificulta o relacionamento.

As mudanças de comportamento nem sempre são fáceis, principalmente porque exigem o comprometimento de todos, mas ceder e criar um espaço aberto de diálogo ainda é a melhor alternativa para fortalecer as relações familiares.

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