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por Vivo Seu Dinheiro

Entenda o que leva ao financiamento imobiliário negado

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Imagine encontrar a casa dos seus sonhos, reunir toda a papelada necessária e, na hora H, ter seu financiamento imobiliário negado. Embora seja uma situação bastante desagradável, isso pode acontecer com os candidatos ao sonho da casa própria. Mas por que isso ocorre?

Avaliando o financiamento imobiliário negado

É importante checar toda documentação do imóvel e possíveis restrições de crédito. Foto: iStock, Getty Images

As razões para a negativa

Tanto quem busca o crédito para aquisição do imóvel quanto os vendedores não podem ter restrições cadastrais, como SPC, Serasa e Receita Federal, conforme explica Lúcio Delfino, presidente da Associação Brasileira dos Mutuários de Habitação (ABMH). Essas são as principais causas do financiamento imobiliário negado.

A renda familiar pode ser outra barreira. “Ela deve ser condizente com os recursos financeiros pleiteados”, sustenta Delfino, lembrando que a documentação do imóvel também precisa estar totalmente regular.

Por fim, caso o financiamento esteja enquadrado no Sistema Financeiro da Habitação ou em alguma linha com subsídio governamental, o candidato precisa cumprir os requisitos de cada modalidade. No SFH, por exemplo, o valor máximo do imóvel a ser financiado é de R$ 750 mil.

Financiamento imobiliário negado: a quem recorrer?

O primeiro passo é verificar qual foi o motivo da negativa, solicitando que a resposta seja fornecida por escrito.

A partir daí, se o interessado não conseguir resolver a pendência, o ideal é procurar um especialista no assunto. A ABMH presta consultoria jurídica especializada e gratuita, e as consultas podem ser feitas por e-mail ou pessoalmente, basta verificar qual o escritório mais próximo no site.

Como solicitar um financiamento: passo a passo

Para reduzir as chances de ter um financiamento imobiliário negado, confira os cuidados que você deve ter desde o momento da solicitação.

1. Simulação

Faça uma simulação junto ao agente financeiro (até mesmo pelo site da instituição) para saber qual o valor máximo que pode ser financiado e, principalmente, o valor da prestação mensal.

2. Valor da entrada

Em seguida, é fundamental verificar o valor da entrada e quais serão as despesas extras. Além do preço do imóvel, o comprador deve lembrar que terá gastos com mudança, instalações elétricas e hidráulicas, eventual compra de móveis e eletrodomésticos, decoração, tributos, custos cartorários, entre outros.

No caso de imóvel usado, é comum que necessite de reformas antes de receber os novos moradores. Por isso, é importante fazer uma avaliação prévia do custo dessas intervenções, contando com a ajuda de um profissional habilitado. É importante ter consciência de que a sua realidade financeira é que vai definir o preço do imóvel a ser adquirido.

3. Procure de acordo com sua realidade

Para evitar problemas – sobretudo na liberação dos recursos – é importante procurar um imóvel dentro de suas necessidades reais. Por exemplo, se você é casado e tem um filho, não compre um imóvel de três dormitórios. É necessário adequar o sonho à realidade.

4. Confira a documentação

É imprescindível verificar a documentação dos vendedores e do imóvel a ser financiado. No momento em que a unidade habitacional foi encontrada, o elo entre o contrato e o imóvel passa pela documentação. E se não estiver em conformidade com o exigido pelo agente financeiro, impede a concretização da compra.

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E você, já teve um financiamento imobiliário negado? Comente!

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