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por Vivo Seu Dinheiro

Entenda como funciona o leitor biométrico em bancos

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Talvez o seu banco não utilize, mas você deve saber que muitas instituições financeiras estão apostando no leitor biométrico para garantir a segurança dos clientes. Essa é uma tendência que cresce a cada dia. Mas afinal, como ele funciona?

Leitor biométrico cria um código para cada pessoa

A segurança é um dos fortes motivos para que a rede bancária esteja adotando o leitor biométrico. Há vários sistemas de leitores, mas todos têm em comum o fato de criar uma espécie de código individual com base em características de cada pessoa.

O escaneamento da impressão digital é um dos tipos de leitor biométrico largamente utilizado em bancos. Como cada pessoa tem um padrão de linhas e curvas das digitais, o sistema cria um código para cada pessoa. Há os que conseguem tirar fotos em altíssimas resoluções e outros que conseguem captar o padrão do cliente por meio de uma superfície ultra sensível.

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O sistema de biometria requer uma tecnologia muito avançada para funcionar. Foto: iStock, by Getty Images

A geometria vascular, captada pela palma da mão do cliente, também é muito utilizada em bancos. Nesse caso, o leitor biométrico detecta a posição das veias da pessoa e cria um padrão, que depois é transformado em código.

Naturalmente, com o avanço desenfreado da tecnologia, sempre há uma forma de burlar qualquer esquema de segurança. Ainda assim, como o sistema de biometria requer uma tecnologia muito avançada para funcionar, seu risco de fraude é muito menor.

Outros tipos de leitor biométrico

Por caligrafia: Uma vez que o usuário cadastra sua assinatura em uma espécie de leitor digital, o escaneamento caligráfico já pode ser realizado. A assinatura sempre foi uma das formas utilizadas pela sistema bancário para garantir autenticidade. Esse processo continua, porém agora mais moderno.

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Por voz: Assim como a impressão digital, cada pessoa possui um timbre de voz diferente, que não pode ser imitado por outros, nem mesmo os experts em dublagem. Para registrar o timbre do usuário, é utilizado um a parelho chamado espectograma, que mede a frequência do som. Porém, como esse método de reconhecimento pode ser utilizado em uma distância maior do aparelho, pode ser burlado com mais facilidade em relação a outros tipos de leitor biométrico.

Pela íris: O reconhecimento por meio do escaneamento da íris também é altamente eficaz. Esse sistema foi criado há mais tempo e já está na segunda geração. Do escaneamento da retina ele evoluiu para uma foto em altíssima resolução da íris. Com a foto, se faz uma análise visual e seus padrões são traduzidos em um código.

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