Vivo
 
por Vivo Seu Dinheiro

Entenda as razões do aumento de preço de alimentos

A- A+

Não é à toa que o brasileiro anda reclamando do preço de alimentos. A pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socieconômicos (Dieese) no mês de maio revelou que o preço da cesta básica continua subindo.

Conforme a entidade, das 18 capitais pesquisas, apenas Aracaju apresentou queda (de 1,58%) no preço de alimentos. A cesta básica mais cara é de São Paulo (R$ 402,05), seguida de Rio de Janeiro (R$ 395,23), Florianópolis (R$ 394,29), Vitória (R$ 387,92) e Porto Alegre (R$ 384,57). Mas você sabe o que influencia o sobe e desce de preços?

Raio-X do preço de alimentos

Não é muito fácil listar os itens que influenciam no preço de alimentos. São inúmeros os fatores que definem se um produto será mais caro ou mais barato. Conforme o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, a estrutura econômica é muito complexa.

seudinheiro-Preco-de-alimentos

O comprador está mais atento do que nunca, o que o possibilita alternativas de compra. Foto: iStock, by Getty Images

Além da inflação, tão mencionada nos últimos meses, há diversas variáveis no preço de alimentos. “Temos os valores de commodities (matérias primas), variações de tributos, poder de compra do consumidor, oferta e procura, encarecimento do frete, da energia elétrica e de outros custos, dificuldades de mão de obra. Enfim, os fatores são inúmeros”, revela o dirigente.

No RS, média de aumento no preço de alimentos foi de 8%

Conforme o presidente da Agas, no Rio Grande do Sul houve um aumento médio de 8% no preço de alimentos esse ano. “Entretanto, o consumidor consegue eliminar até 40% dessa inflação com sua agilidade e poder de pesquisa”, sustenta. “O comprador está mais atento do que nunca, o que o possibilita alternativas de compra.”

Você vai se interessar por:
Legumes do inverno: economize com produtos da estação
Frutas do inverno: economize com produtos da estação

Mesmo com alta dos preços no Sul do País, Longo revela que não foi registrada queda expressiva nas vendas. “O setor supermercadista não tem grandes quedas de venda em momentos de crise, assim como não registra grandes altas de vendas em períodos de euforia econômica”, explica.

Ele reforça que o setor está trabalhando com um crescimento muito abaixo de anos anteriores, mas no geral os negócios seguem estáveis.

Preço da cesta básica x salário mínimo ideal

Levando em consideração a cesta básica mais cara (a de São Paulo) e a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

Assim, para uma cesta básica de R$ 402,05, o salário mínimo ideal – que abrangeria despesas com  alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência – seria de R$ 3.377,62. Esse valor é 4,29 vezes maior do que o piso vigente.

A situação econômica está complicada para todo mundo, mas nem por isso você precisa ficar sem falar. Com o Vivo Crédito Antecipado Voz, você recebe uma recarga emergencial de R$ 3. O valor será descontado automaticamente na sua próxima recarga ou na fatura de sua conta controle.

Gostou das dicas de preço de alimentos? Cadastre-se e receba nossa newsletter.

melhor lugar para trabalhar
comprar alimentos no atacado
valor da cesta básica em Palmas
valor da cesta básica em Fortaleza
promoções em supermercados
valor da cesta básica em São Luís