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por Vivo Seu Dinheiro

Entenda a crise no Brasil e a sua relação com o desemprego

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Há quem diga que é econômica, que tem causas políticas e há também quem não entenda a crise no Brasil totalmente, dada a complexidade do tema. O que o brasileiro conhece bem são as consequências dessa instabilidade, que aparecem de forma mais clara no seu bolso.

Até mesmo o Financial Times já deu seu “pitaco” na crise verde-amarela. Conforme o renomado jornal de economia, 2015 está sendo o pior ano para o Brasil desde 1931.

Mas o veículo faz algumas ressalvas e aponta que o país está longe de retornar à hiperinflação e que as instituições se mantêm fortes, sobretudo o Judiciário, com a conclusão do caso do Mensalão e com as investigações da Operação Lava Jato.

Há quem não entenda a crise no Brasil totalmente.

Crise leva ao aumento na taxa de desemprego, reduzindo a renda dos brasileiros. Foto: Shutterstock

Entenda a crise no Brasil

Um dos piores resultados da tão afamada crise é, sem dúvida, o desemprego. Além da perda de renda mensal, o brasileiro ainda sente os impactos de medidas do governo que sugerem uma série de cortes nos mais variados setores.

Na metade do ano, os números já eram preocupantes, pois ultrapassaram a previsão dos especialistas. Conforme dados do IBGE, o desemprego em julho chegou a 7,5% nas seis principais regiões metropolitanas do país, tornando-se o maior nível desde 2010. Em setembro, ficou levemente pior, chegando a 7,6%.

A previsão de 28 economistas consultados pela agência internacional Bloomberg era de 7% de desemprego. As demissões que atingem a maioria dos setores da economia ajudam a explicar o resultado ruim.

Mas por que elas acontecem? Os cortes que o governo faz são semelhantes aos ajustes que as empresas necessitam realizar diante do aumento nos custos de produção e dificuldades em honrar suas contas. Muitas vezes, isso resulta no fechamento de vagas, na chamada contenção de despesas.

Dados alarmantes

Um estudo realizado pela revista Exame em outubro identificou uma média de sete demissões por minuto no Brasil. Para chegar a esse resultado, foi dividido o número total de demitidos (600 mil) pelos dias úteis, considerando a jornada de trabalho. A tendência, segundo identificou o veículo, é que o número dobre até o final do ano, resultando em 14 demissões por minuto.

Conforme a consultoria GO Associados, ao contabilizar os demitidos desde o início de 2015 com as projeções para 2016, serão nada menos que dois milhões de desempregados. Isso levando em consideração a nova expectativa de um índice de desemprego de 10,5% até dezembro.

O campeão de demissões de janeiro a agosto foi a indústria. Foram fechadas 275 mil vagas no período. Os principais prejudicados, conforme especialistas, são os mais jovens. Atualmente, a taxa de desemprego para pessoas entre 18 e 24 anos está em 18%, sendo que em janeiro era de 12,9%.

Conforme estudos internacionais, um atraso de seis meses a um ano para o ingresso de um jovem no mercado de trabalho pode impactar sua renda (negativamente) por um período de até dez anos.

O que fazer para não perder o emprego

Se você quer se manter no mercado, é importante que entenda a crise no Brasil e, além disso, adote medidas de prevenção à demissão. Se você demonstra pontualidade, disciplina, presteza, bom relacionamento, iniciativa e comprometimento, estará alinhado aos objetivos da empresa e, no caso de cortes serem necessários, pode ter seu emprego preservado.

Crédito emergencial ao seu alcance

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