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por Vivo Seu Dinheiro

Energia solar residencial é opção para não pagar mais conta de luz

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As bandeiras tarifárias mudam de cor, mas o valor da conta de luz continua desagradando muitos brasileiros. Se você não quer mais ser surpreendido por reajustes, sejam eles originados em alguma medida do governo ou partindo das distribuidoras, pode apostar em uma alternativa mais sustentável: a energia solar residencial.

Antes, porém, é preciso entender: como o investimento inicial nessa tecnologia é alto, você deve conhecer bem seu funcionamento e avaliar com critérios se compensa apostar nela.

Casa com energia solar residencial

Sistema é vantajoso, mas pode levar até 18 anos para compensar o investimento. Foto: iStock, Getty Images

Energia solar residencial: tire suas dúvidas

Conforme Emanuel Dabah, diretor da Painel Solar Brasil, a validade do investimento em energia solar residencial depende muito de cada situação.

Para pessoas que moram em locais afastados da cidade e que não têm outra opção, por exemplo, apostar nessa tecnologia pode ser uma boa estratégia. “Mas para a área urbana, o investimento pode levar de 15 a 18 anos para dar retorno”, estima.

De acordo com Dabah, o sistema completo para uma residência que consome em torno de 300 KWh por mês fica em torno de R$ 32 mil.

Ele é composto basicamente por uma placa que capta a energia do sol e baterias que a mantém armazenada no período da noite. Mas essas baterias devem ser trocadas a cada três anos, o que aumenta o custo e precisa entrar nos cálculos.

Não pague mais conta de luz

Embora pareça pareça complexo, é relativamente fácil de entender como funciona a energia solar residencial. O sistema é construído para captar energia do sol e transformá-la em energia elétrica, que pode ser utilizada da mesma forma daquela que chega por meio da distribuidora.

Caso o usuário consiga injetar a energia captada durante o dia diretamente na rede, não há necessidade de ter as baterias. Nesse caso, o investimento para a implantação do sistema torna-se menor e o tempo de retorno cai para cerca de sete anos.   

O maior benefício, conforme Dabah, é que não se paga mais conta de luz. “Dependendo da região do país, um sistema que capta 6 KWh no horário de pico, quando o sol está exatamente em cima do painel, gera cerca de 60 KWh por mês”, afirma o empresário.

Embora no Brasil ainda não seja uma tecnologia popular, Dabah lembra que, no estado americano da Califórnia, cerca de 5% da população já utiliza esse recurso.

Mas os números tendem a crescer por aqui: a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que, até 2024, 1,2 milhão de residências no Brasil terão energia produzida por fontes renováveis – solar ou eólica (que utiliza a energia do vento).

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O que é energia solar?

Também chamada de renovável ou sustentável, a energia solar residencial pode ser reabastecida em um curto espaço de tempo. Para isso, requer o uso de painéis que captam a energia do sol durante o dia, e outros equipamentos que a armazenam durante a noite. Essa captação ocorre sempre que houver sol.

O que são os painéis solares?

São placas posicionadas em locais estratégicos, capazes de converter energia luminosa diretamente em energia elétrica de corrente contínua. Geralmente os painéis são produzidos em silício, material semicondutor, também utilizado em chips de computador.

Como é formado um sistema?

Via de regra, o sistema de geração de energia elétrica por meio da captação da energia solar requer um painel, conforme já explicado. Além disso, é necessário um controlador de carga solar – para controlar a tensão e a corrente geradas e prevenir sobrecargas.

Também são necessárias baterias – para armazenar a energia e suprir os consumidores – e inversores, equipamentos que convertem a energia gerada em corrente contínua para corrente alternada, utilizada pela maioria dos equipamentos conectados à rede.

 

E você, pretende investir na energia solar residencial? Comente o artigo e compartilhe essas dicas!

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