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por Vivo Seu Dinheiro

Educação financeira no mundo é arma contra endividamento

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Com o crédito facilitado, cada vez mais pessoas tem acesso a produtos financeiros, mas nem sempre a inclusão social é acompanhada da financeira, o que gera endividamento e novos problemas socioeconômicos. É para enfrentar esse quadro que a educação financeira no mundo adquire ainda mais importância. Conheça os países mais avançados nessa área.

Homem aposta em mais educação financeira no mundo

Gestão adequada do dinheiro representa um atalho para concretizar objetivos de vida. Foto: Shutterstock

A educação financeira no mundo

Não foi apenas no Brasil que esse fenômeno aconteceu. No mundo todo, o acesso ao crédito passou a ser maior. Por isso os governos decidiram investir mais em educação financeira.

Segundo pesquisa da Standard and Poor’s (S&P), os cinco países que mais investem nessa área no mundo são a Noruega, Dinamarca e Suécia (com 71% da população educada sobre o tema), Israel e Canadá (com 68%). Mesmo assim, mundialmente, apenas 35% dos homens e 30% das mulheres dominam a área.

Sem educação, sonhos viram ilusão

O problema é que a educação financeira não acompanhou o crescimento do mercado e aquilo que parecia ser bom, muitas vezes, pode resultar em um sonho breve, um castelo de areia. A pessoa conquista algo, mas, se administrar errado, corre o risco de perder logo ali na frente.

É por isso que o tema ganha cada vez mais importância. Afinal, ele vai impactar diretamente no bem-estar e na qualidade de vida das pessoas.

É o que lembra o educador financeiro Antonio Carlos do Nascimento: “As mudanças trazidas principalmente pela estabilização da economia e queda da inflação nas últimas décadas alteraram a forma como a população lida com seus recursos financeiros”, opina.

O educador lembra que os problemas se refletem não apenas no bolso, mas nas demais áreas da vida das pessoas. “Basta verificar o que acontece nas empresas com o ciclo vicioso do endividamento de seus colaboradores”, alerta.

Na maioria dos casos, diz Nascimento, há um reflexo direto nos relacionamentos e diminuição do rendimento no trabalho, que tende a cair na medida que as dividas aumentam e chega a inadimplência. “Os problemas de ordem física e emocional, como crises de estresse, depressão, ansiedade e baixa autoestima, só há pouco tempo começaram a ser percebidos”, diz.

Educação financeira nas escolas

O governo federal implementou a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) com base na proposta de ensino de instituições financeiras nacionais e do Banco Mundial. 

A grande questão é que não basta voltar para a escola, mas é preciso também mudar o hábito, o comportamento. Por isso, é preciso investir nas crianças, já que com adultos é mais difícil. “A ENEF é muito positiva, mas ainda é bem informal e até desorganizada. Temos um caminho muito longo a percorrer”, destaca Nascimento.

Ele chama a atenção para o índice de endividamento divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que alcançou 60% das famílias. “É muita coisa. Demonstra o quanto é preciso fazer para termos uma nação educada financeiramente que possa sonhar e passar por uma crise como esta sem ir à lona”, finaliza.

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