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por Vivo Seu Dinheiro

É preciso unir a conta no banco após o casamento?

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A jura de amor na frente do altar já prevê: o casamento seguirá firme e forte “na riqueza e na pobreza”. Nesse embalo, alguns casais optam por unir a conta no banco. Será que essa é uma boa ideia? Entenda o que é melhor para cada caso.

Unindo as escovas de dente e a conta no banco

Para o educador financeiro Sílvio Bianchi, da DSOP, unir a conta no banco pode ser um fator de união ou contribuir para a separação. Depende do perfil do casal e do perfil individual de cada cônjuge.

“Se um deles é um pouco (ou bastante) descontrolado, melhor ter contas separadas. Se ambos forem controlados e se existe uma boa comunicação, uma conta conjunta pode ser suficiente”, explica Bianchi.

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A decisão de unir a conta no banco depende do perfil financeiro do casal. Foto: iStock, by Getty Images

Única conta no banco é sinônimo de custo menor

Levando em consideração as tarifas bancárias, uma única conta significa redução de despesas. Em muitos casos, o titular da conta terá direito a um cartão múltiplo para o cônjuge sem custo de anuidade, e os benefícios (pontos) pela utilização dos cartões se acumularão na conta do titular.

Outro benefício de manter uma única conta no banco é que ambos poderão montar o orçamento familiar juntos, decidir quais serão seus objetivos de curto, médio e longo prazo e identificar (e reduzir) aquelas despesas desnecessárias que os ajudarão a alcançar seus objetivos.

Separando as contas

Mas se um dos cônjuges tiver dificuldade em organizar suas finanças, separar as contas é um caminho mais seguro. “Conheço casais que concentram a gestão financeira na conta do mais controlado. Na hora de o menos controlado receber seu salário, ele transfere imediatamente para a conta do outro o valor combinado”, ensina Bianchi.

Mesmo assim, separar as contas não significa separar o planejamento. O educador financeiro enfatiza que o planejamento em conjunto é muito importante. “Manter contas separadas não implica em jogar toda a responsabilidade da mão do parceiro. Não vale cobrar explicações do mais organizado, pois é preciso participar ativamente da gestão familiar”, comenta.

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Dividir as contas e as finanças entre o casal é ótima opção. Foto: iStock, by Getty Images

Dicas para o planejamento do casal

Compartilhe com seu cônjuge as seguintes dicas:

Objetivos

É preciso traçar metas de curto, médio e longo prazos. Para cada uma delas, saiba quanto custa, qual é a poupança necessária mensal e e em quanto tempo ela será alcançada.

Números

O casal deve saber quanto ganha líquido e em que é gasto o dinheiro ao longo do mês. Faça uma ‘faxina financeira’, apontando as despesas por categoria (transporte, alimentação, saúde, luz, água) por 30 dias, se os rendimentos forem regulares, ou por 90 dias se você trabalhar de forma autônoma.

Despesas desnecessárias

Gastar menos com aquelas despesas pouco importantes é o significado da palavra poupar. Esse dinheiro economizado poderá ser aplicado para alcançar as metas.

Tarifas em bônus

Se você mantém sua conta corrente separada de seu cônjuge, uma forma de economizar em tarifas bancárias é convertendo essas taxas em bônus para celular. O programa Conta Bônus, da Vivo, converte integralmente o valor da tarifa em bônus no seu Vivo Móvel Pré, Pós ou Controle. Os benefícios, disponibilizados em até 7 dias úteis após o débito da tarifa, ficam disponíveis por 30 dias a partir da data de concessão.

> Conta Bônus: Transforme tarifas bancárias e anuidade do cartão em bônus para o celular

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