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por Vivo Seu Dinheiro

É possível considerar carro como investimento? Descubra

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A ideia da compra do carro como investimento ainda é comum entre os consumidores. Mas, na prática, a realidade costuma ser diferente. Afinal de contas, pouco tempo depois de sair da concessionária, o valor que você pagou e o preço de revenda já são bastante diferentes.

Carro como investimento: alta depreciação

Mas, afinal, por que mesmo o carro com pouco uso já perde tanto valor de mercado? A resposta está na depreciação, um processo que leva o veículo a perder aproximadamente 20% do seu preço no primeiro ano de uso, afirma o gerente de marketing do WebMotors, Rafael Constantinou.

Com o passar do tempo, esse índice de desvalorização diminui de forma considerável e varia também de acordo com fatores relacionados ao modo como o proprietário cuida do veículo. Além de manter as revisões periódicas em dia, por exemplo, é importante ter cuidado com a carroceria, estofamento dos bancos e conservação de peças internas.

Ao invés de um investimento, o carro deve ser visto como uma opção de transporte. Foto: iStock, Getty Images

Ao invés de um investimento, o carro deve ser visto como uma opção de transporte. Foto: iStock, Getty Images

Carro como investimento não é bom negócio

Ao entender o carro como investimento, o que muitos consumidores esquecem são as características atuais do mercado, diferentes do início dos anos de 1990, lembra Constantinou. Se antes ocorria valorização do preço de compra, essa não é mais uma realidade. O fundador do site General Investidor, Bruno Papi, explica que no universo econômico, o automóvel é o que os especialistas chamam de passivo.

“Um passivo é um bem que gera gastos e o carro gera despesas mensais e anuais, além de perder valor durante o tempo por conta de desgastes ou de lançamentos de modelos mais novos, que tornam o antigo menos atraente para um possível comprador”, complementa ainda.

Ou seja, além da desvalorização, há ainda os custos envolvidos com manutenção. Isso sem falar no pagamento de taxas como o IPVA e o seguro obrigatório DPVAT. A dica é de que, ao invés de buscar no automóvel lucro, o comprador deve reconhecê-lo como um bem de consumo, que tem como função principal o transporte e que, mesmo com todos os cuidados, ainda vai perder competitividade de preço ao ser vendido.

 

Assistência é alternativa para vidraceiro e outros serviços

Mesmo que o carro como investimento não seja uma opção lucrativa, é importante garantir que ele não vai deixar você na mão quando algum problema acontecer. Caso você não tenha uma reserva financeira para emergências, uma boa alternativa é fazer seguro. Desta forma, urgências podem ser resolvidas de forma rápida e com garantia.

É o caso do Vivo Multiassistência, que oferece serviços de profissionais especializados e de confiança para consertos e reparos emergenciais ou serviços de manutenção em residência. Problemas hidráulicos e elétricos, vidraceiros e chaveiros estão entre os trabalhos oferecidos pela assistência residencial.

> Vivo Multiassistência: Garanta eletricista, vidraceiro e conserto de eletrodomésticos para casa

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