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por Vivo Seu Dinheiro

Dívidas impagáveis? Como resolver o que parece não ter solução

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O drama é permanente: você olha o saldo bancário mês a mês e sabe que ele é insuficiente para honrar todos os compromissos financeiros assumidos. Ao se deparar com o que acredita ser dívidas impagáveis, a preocupação vira parte do seu dia a dia, o sono se torna difícil e até soluções perigosas são cogitadas, como pedir dinheiro a um agiota.

Uma das causas do chamado endividamento crônico, os débitos considerados impagáveis são aqueles que somam, junto com juros e multas, um valor muito superior aos rendimentos do devedor. Por essa característica, geram até mesmo o risco de penhora de bens que estão em seu nome.

Se você se vê rumo ao fundo do poço das dívidas, saiba que até no pior dos cenários tem solução. E o remédio para tratar a “doença” é o mesmo usado na sua prevenção: a educação financeira.

Preocupação com dívidas impagáveis

Diagnóstico do orçamento é o primeiro passo para quitar o que parece impagável. Foto: iStock, Getty Images

A origem das dívidas impagáveis

O educador financeiro Álvaro Perciano explica que as dívidas impagáveis são, geralmente, aquelas contraídas com o cheque especial, cartão de crédito, financiamento de automóveis e envolvem até mesmo questões imobiliárias.

Quando a quitação de uma conta não acontece e isso se prolonga por muito tempo, o débito em questão acumula taxas que elevam o valor final muito além do que o orçamento do devedor permite arcar.

Quem chega ao ponto de precisar lidar com dívidas impagáveis é, segundo Perciano, uma pessoa que não possui um orçamento estruturado e planejado. “Costumo dizer que essas pessoas têm uma vaga lembrança das contas que têm para pagar e do que recebem”, diz o especialista, explicando que esse é o perfil comum dos endividados crônicos.

Como, na maior parte das vezes, essas contas estão ligadas a bancos e administradoras financeiras, os bens e os rendimentos da pessoa ficam comprometidos. Quem tem dívidas impagáveis na mesma instituição em que possui conta corrente e recebe o seu salário, corre o risco de ter a sua remuneração retida pelo banco antes mesmo de chegar a sacar.

Como lidar com as altas contas

Conviver com dívidas que não consegue pagar é, mais do que desconfortável, perigoso. Por isso, é imprescindível admitir o problema e buscar soluções.

Para a educadora financeira Cintia Senna, o primeiro passo é criar uma conta salário e pedir que os rendimentos sejam depositados nela, para evitar que fique sem dinheiro nenhum.

Depois disso, é preciso traçar um plano para lidar com as dívidas impagáveis. “O melhor caminho é fazer um diagnóstico financeiro, ou seja, saber exatamente quais são as possibilidades financeiras, quanto poderá reservar mensalmente para o pagamento dessa dívida”, sugere Álvaro Perciano.

Somente após essa análise é que se deve começar a negociar com o credor. E a negociação deve ser feita com a tentativa de reduzir juros e multas, alongando o prazo de pagamento, caso seja preciso. Em casos extremos, é possível tentar uma portabilidade de dívida.

Essa transferência funciona da seguinte forma: o devedor solicita que o seu débito seja levado para outro banco, que quita o valor com a instituição original da conta e gera um novo parcelamento, com valores mais acessíveis para o cliente.

Para Perciano, essa situação é a oportunidade de mudar atitudes e iniciar um processo de educação financeira. “Começar a criar o hábito de fazer o diagnóstico financeiro uma vez ao ano, estipular metas e ter disciplina para seguir um orçamento mensal, principalmente no período em que estiver pagando as dívidas”, sugere.

O especialista também considera necessário que não se contraia novas despesas, que só aumentariam a quantia das dívidas impagáveis. Ele diz que essa dificuldade deve servir de aprendizado e que criar objetivos para realizar em curto, médio e longo prazos é uma forma de motivar-se a não gastar com nada que não seja necessário.

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