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por Vivo Seu Dinheiro

Diversificar carteira de investimentos oferece defesa contra imprevistos

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Você se organizou, fez seu planejamento financeiro, cortou gastos, controlou o orçamento, poupou e, finalmente, passou ao estágio de investidor. Em outras palavras, decidiu aplicar seu dinheiro de forma mais rentável. O próximo passo é diversificar a carteira de investimentos.

A diversificação da carteira de investimentos é necessária para proteger o patrimônio pessoal – ou corporativo – de oscilações nos diversos mercados, sejam eles de renda variável, renda fixa ou imobiliário.

O sócio da Elite Corretora de Valores e diretor da Brum Investimentos, Rilton Brum, explica que, dentro do conceito de “comprar na baixa e vender na alta” e considerando a oscilação natural dos mercados, manter o patrimônio diversificado é uma defesa contra imprevistos, sejam eles pessoais ou do próprio mercado.

A metáfora de nunca colocar todos os ovos em uma única cesta é válida nesse caso.

Diversificar a carteira de investimentos.

Ao diversificar investimentos, você amplia proteção contra oscilações do mercado. Foto: iStock, Getty Images

Como diversificar a carteira de investimentos

Brum aponta que a recomendação das instituições financeiras é que pelo menos 20% da renda pessoal seja destinada a reservas ou investimentos. “Isso independentemente de serem de curto ou longo prazo”, avalia o corretor.

Ele sugere a procura de um especialista que faça uma análise detalhada da carteira de investimentos e do perfil do investidor. “É uma forma de alcançar um misto entre diversificação e segurança, sempre em prol do aumento ou proteção do patrimônio”, sustenta.

Nem sempre será necessário um novo aporte financeiro, mas apenas uma readequação da carteira de cada investidor.

Perfil do investidor: como saber?

O perfil de cada investidor, conforme Brum, além de ser estritamente individual, leva em consideração diversos fatores de classificação. Confira:

Conservador

Prioriza a preservação de seus recursos e evita, ao máximo, correr riscos que possam comprometer o seu patrimônio.

Moderado

Aceita correr pouco risco em busca de melhor rentabilidade. Além disso, direciona a grande parcela de seus recursos para aplicações mais seguras.

Arrojado

Possui conhecimento do mercado e aceita exposição a riscos em busca de ganhos adicionais a médio e longo prazo. Direciona seus recursos para investimentos de maior volatilidade.

Agressivo

É inclinado a correr riscos, visando a máxima rentabilidade possível para seus investimentos. Não se preocupa com flutuações momentâneas do mercado, pois visualiza compensações a longo prazo.

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3 critérios para a diversificação

Apetite ao risco

Critério avalia o “quanto” o investidor está disposto a “arriscar” (perder) para receber um retorno melhor.

Liquidez do investimento

Esse critério diz respeito a qual o prazo inicial e previsto do resgate dos recursos, englobando uma carteira total de investimentos.

É importante lembrar do tripé “retorno-segurança-liquidez”, que impera no mercado financeiro, onde as aplicações geralmente contemplam apenas dois desses objetivos.

Para citar exemplos, a poupança tem baixo retorno, alta liquidez e alta segurança. Os imóveis têm médio retorno, baixa liquidez e alta segurança. Já as ações têm alto retorno, alta liquidez e baixa segurança (no sentido de variação nas cotações).

Conhecimento

O último dos critérios considera quais produtos o investidor tem conhecimento e se sente seguro ou familiarizado para investir.

 

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