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por Vivo Seu Dinheiro

Devolver bem financiado coloca freio na dívida, mas não a elimina

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Você comprou um bem de alto valor, como um carro ou imóvel, optou pelo financiamento, mas não está conseguindo honrar as prestações. Para evitar que a dívida cresça e se torne impagável, devolver bem financiado vira alternativa. Mas será que isso elimina seu débito com a instituição de crédito?

Vai devolver bem financiado

Devolver o bem não acaba com a dívida, mas ao menos impede que ela cresça. Foto: iStock, Getty Images

Devolver bem financiado é uma boa opção?

Quando o consumidor não consegue pagar as prestações mensais e opta por devolver bem financiado, ele coloca um freio na dívida e impede que ela cresça até se tornar impagável. Por esse ponto de vista, a medida é positiva para o bolso. Mas fique alerta: ela pode não encerrar suas obrigações, nem eliminar nada do seu saldo devedor.

A devolução está prevista no contrato assinado entre o comprador e a financeira, geralmente aparecendo como “Termo de Entrega Amigável”. Se você está com dificuldades em pagar as parcelas do financiamento e pensando na hipótese de entrega do bem, vale ler com atenção as cláusulas relativas à medida.

Em um contrato de financiamento, o consumidor precisa saber que a instituição financeira se orienta pelos valores, ou seja, o que interessa para a companhia é o montante da dívida assumida por quem adquire o bem.

A empresa libera à vista o valor do crédito, colocando em suas contas a expectativa dos pagamentos do cliente mais os juros incidentes em longo prazo. Analisando por esse aspecto, o valor efetivo do bem não condiz com o total da dívida assumida pelo consumidor.

Ao devolver bem financiado para quitar sua dívida, muitos consumidores esperam que a financeira o aceite de volta pelo preço de mercado ou com a esperança que o saldo devedor seja pago em completo. Não é o que acontece.

Na verdade, a partir disso, o bem é colocado em leilão, geralmente em um preço abaixo do valor de mercado. Muitos contratos, inclusive, prevêem que a diferença (ou o prejuízo) tomado pela financeira é repassado ao comprador. No caso de automóveis, a depreciação pode ser maior.

quando se trata de imóveis, a perda do valor do bem em caso de leilão tende a ser menor e pode até ocorrer de a dívida ser quitada completamente, quando o imóvel em questão tem seu preço valorizado.

Muita atenção ao contrato

Para evitar aborrecimentos, é importante ler com atenção o contrato de financiamento antes de fazer esse tipo de operação. Segundo aponta a advogada Adriana Schenckel, especializada em direitos do consumidor, é possível pedir que o contrato tenha clásulas mais favoráveis para o cenário de devolução do bem.

“O cliente pode buscar assistência legal antecipadamente à compra do bem via financiamento, seja com um advogado especializado ou com órgãos que trabalham na defesa do consumidor, negociando com a instituição a possibilidade de quitar seu saldo devedor por inteiro com a devolução do ativo. Sai mais barato do que disputar na Justiça depois”, afirma Adriana.

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