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por Vivo Seu Dinheiro

Desempregado e com dívidas: como superar esse momento difícil?

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O país vive um momento complicado no mercado de trabalho. Segundo dados divulgados pelo IBGE nesta terça, 31 de maio, o número de brasileiros sem emprego chegou a 11,4 milhões – o maior da série histórica do levantamento, iniciada em 2012. Para quem está desempregado e com dívidas, o drama fica ainda maior. Mas tente manter a calma: mesmo com o fundo do poço parecendo próximo, dá para reverter o cenário.

Homem desempregado e com dívidas

Controle de gastos e redução de despesas é chave para sobreviver à época de crise. Foto: iStock, Getty Images

Desempregado e com dívidas? Reduza despesas

Se você se encontra desempregado e com dívidas, anote uma dica básica: em momentos de grande aperto financeiro, mais do que nunca, a ordem é reduzir despesas. Elimine gastos desnecessários, como a assinatura completa da TV a cabo, as refeições diárias em restaurantes e mesmo a academia que é paga, mas não frequentada.

Todos esses custos que pesam no bolso podem ser deixados de lado, direcionando a pouca renda existente, como o benefício do seguro-desemprego, para despesas básicas, como moradia, alimentação, saúde e transporte.

Conforme explica o analista financeiro Antonio Cabeda, é necessário colocar na ponta do lápis todos os gastos fixos mensais e definir as prioridades de pagamento.

Também estude bem cada débito que tiver. Certas dívidas podem ser empurradas para a frente, caso seja necessário, especialmente se a renegociação com o credor falhar.

Para Cabeda, é extremamente importante que a pessoa não se desespere com o cenário da falta de emprego e as contas a pagar, o que pode fazê-la sair em busca de empréstimos a juros altos, por exemplo. “Nem sempre cobrir uma dívida com outra pode ser uma boa escolha. Sempre avalie todas as opções disponíveis, evitando ao máximo novos gastos e dívidas”, avalia.

Use seu FGTS com sabedoria

Para Cabeda, caso o trabalhador tenha recebido valores altos na rescisão, como no saldo do FGTS, é possível quitar dívidas com um bom desconto, eliminando possíveis prestações que apertariam o orçamento nos meses seguintes.

Tudo depende da negociação. Entretanto, cada caso é um caso e o planejamento financeiro deve ser feito com cuidado, definindo quais despesas devem ser eliminadas.

“Uma boa quantia vinda de uma rescisão pode também ser uma oportunidade para fazer seu próprio negócio, formal ou informal, durante o período de desemprego. É uma boa forma de buscar uma renda adicional para esse período”, avalia Cabeda.

Para o analista financeiro, o ideal é se precaver antes do cenário de desemprego, destinando parte de seus rendimentos, todos os meses, para uma poupança pessoal em caso de emergências.

Tal reserva pode ser fundamental para cobrir os custos fixos mensais durante o período de recolocação no mercado. Se combinada com o seguro-desemprego, pode se estender por mais meses.

Um valor recebido pelo fundo de garantia pode fazer esse papel em um momento de dificuldade. Muitas pessoas usam o FGTS para outros gastos, o que Cabeda não recomenda.

“O ideal é ter sempre uma reserva de dinheiro equivalente a três a quatro meses de salário, o que representa um tempo hábil para buscar uma nova oportunidade profissional”, explica.

Para o analista, uma reserva emergencial aliada aos cortes em despesas desnecessárias se configura como a principal estratégia para superar esse momento de aperto financeiro.

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