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por Vivo Seu Dinheiro

Descubra como a educação superior pode ser mais acessível

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Ingressar em uma faculdade e iniciar os estudos para uma carreira profissional com mais qualidade é o sonho de muitos brasileiros. Ao mesmo tempo em que a maioria das vagas ofertadas estão em universidades privadas, nem todas as famílias têm condições de arcar com os custos que a educação pode exigir.

Mas há algumas soluções financeiras possíveis para tornar a educação superior uma realidade, mesmo para quem não possui uma renda suficiente para arcar com a mensalidade e os materiais necessários.

É possível financiar os cursos superiores e realizar o sonho de se formar. Foto: iStock, Getty Images

É possível financiar os cursos superiores e realizar o sonho de se formar. Foto: iStock, Getty Images

Financiamentos para educação

Confira as principais opções de financiamento para a educação disponíveis no mercado:

1. ProUni

O Programa Universidade para Todos (ProUni) é destinado para estudantes oriundos da rede pública ou que tenham finalizado o Ensino Médio na rede particular através de bolsas de estudos integrais ou parciais. O programa concede o desconto em cursos de graduação de instituições privadas.

Para concorrer a uma bolsa integral, os estudantes devem ser de famílias que possuam renda per capita de até um salário mínimo e meio. Já aqueles com renda individual de até três salários mínimos podem pleitear a bolsa parcial, que cobre 50% do valor da mensalidade. O processo de seleção ocorre a partir das notas obtidas no Enem.

2. Fies

O Fies é um programa federal destinado a financiar a educação superior. Durante seus estudos, você terá que pagar apenas uma taxa trimestral de R$ 50, referente ao pagamento de juros incidentes sobre o financiamento.

Após a conclusão do curso, você terá uma carência de 18 meses e só pagará, nesse período, a cada três meses, o valor máximo de R$ 50. Finalizada essa fase, inicia o período de amortização. Ou seja, o saldo total do que você deve será financiado em até três vezes o período de duração do curso, com acréscimo de mais 12 meses. Em termos práticos, alguém que realizou um curso de quatro anos poderá parcelar o valor que deve ao longo de 13 anos, com uma taxa de juros de 3,4% ao ano.

Para se candidatar ao financiamento, é preciso estar aprovado ou já matriculado em uma instituição de educação superior privada cadastrada no programa. Há três modalidades, que variam de acordo com o percentual parcelado e a renda familiar:

– Para financiar 100% da mensalidade, é preciso que sua família tenha renda mensal bruta de até 10 salários mínimos e a mensalidade seja igual ou superior a 60% da renda familiar bruta per capita

– Para financiar 75% da mensalidade, é preciso que sua família tenha renda mensal bruta de até 15 salários mínimos e a mensalidade seja entre 40% e 60% da renda familiar bruta per capita

– Para financiar 50% da mensalidade, é preciso que sua família tenha renda mensal bruta de até 20 salários mínimos e a mensalidade seja entre 20% e 40% da renda familiar bruta per capita. Para saber mais, acesse .

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Educação pública

Outra opção é ingressar em uma instituição pública de ensino superior. A maior vantagem é a ausência de mensalidade e uma educação voltada à comunidade. No entanto, com o número menor de universidade federais e estaduais e a concorrência por suas vagas, o ingresso pode ser mais difícil. Tudo, porém, vai depender da instituição e do curso desejado.

Antes de fazer a escolha, vale avaliar quais são os gastos possíveis e como a opção pode ajudar o seu futuro profissional. Não deixe de procurar saber mais sobre a qualidade do ensino e o modo como o seu curso funciona.

Ainda tem dúvidas sobre financiamento para a educação superior? Comente!

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