Vivo
 
por Vivo Seu Dinheiro

Descubra até que ponto vale a pena investir em um carro financiado

A- A+

Comprar um carro financiado é a opção escolhida por muitas pessoas para ter um veículo próprio. A maior dúvida fica por conta da incerteza que o financiamento pode gerar na renda familiar. Em alguns casos, esperar um pouco mais e utilizar o seu dinheiro pode ser a melhor saída.

Ficou na dúvida? Confira a opinião de economistas sobre o que você deve levar em conta para tomar a decisão e qual a melhor forma de financiar o veículo.

carro-financiado

Financiamento pode ser opção para realizar sonho. Foto: iStock, Getty Images

Carro financiado vale a pena?

A resposta a essa pergunta não é tão simples, mas passa pela matemática. Segundo o professor de economia da PUCRS, Alfredo Meneghetti Neto, a dica fundamental é que não se comprometa mais do que 30% da renda familiar com o financiamento de um veículo.

Para calcular, não deixe de levar em conta os gastos fixos mensais e ainda outras dívidas que a família possa ter. Além disso, há os custos adicionais com o veículo, como o seguro, IPVA, combustível e manutenção.

Outra questão importante a se analisar ao comprar um carro financiado é o número de prestações. O prazo máximo recomendável é de 48 meses de financiamento. O ideal, no entanto, é  que não se passe dos 36 meses. Lembre que um período maior também resulta em acúmulo de juros superior.

Antes de decidir, faça uma avaliação criteriosa. Se o orçamento familiar não vai ser comprometido e a sua renda dá conta de pagar os gastos que um carro pode gerar, o financiar pode ser uma boa alternativa. Principalmente se você precisar do carro para trabalhar ou fazer o seu negócio crescer.

Se você já possui dívidas, no entanto, a dica é esperar. Lembre que o financiamento vai significar mais uma prestação durante vários meses. Se a urgência em ter o automóvel não é grande, aposte na economia para juntar ao menos uma parte do dinheiro que será investido.

Alerta para a taxa zero no carro financiado

“Em matemática financeira, não existe juro zero. Algo não pode custar o mesmo preço hoje e daqui 12 meses, por exemplo. Neste período, há inflação e outras variáveis que influenciarão o preço do produto”, alerta o educador financeiro, autor do Dinheirama.com, Conrado Navarro.

Ou seja, é preciso ficar atento às taxas e verificar o que compõe o valor a ser pago. Sem uma margem de lucro, o negócio não faz sentido para a financiadora. Além disso, há outros valores embutidos no financiamento que elevam o Custo Efetivo Total (CET). Exemplos são o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e a Taxa de Abertura de Cadastro (TAC) do carro financiado, que não precisam ser pagas no caso da compra à vista.

“Se for para financiar, é bom procurar verificar se o financiamento está em um nível bom de taxa de juros, em torno de 1,5% a 2% ao mês”, aconselha Meneghetti. Outra dica dos especialistas é comparar o preço gasto apenas com juros com o que poderia ser ganho se o dinheiro estivesse aplicado. Se você possuir um valor investido que renda acima da porcentagem de juros, pode compensar comprar o carro financiado.

Assistência é alternativa para encanador e outros serviços

Financiado ou não, contar com assistência para o seu carro é fundamenal. É para isso que existe o Vivo Multiassistência. Com ele você conta com os serviços de profissionais especializados e de confiança para consertos e reparos emergenciais ou serviços de manutenção. As opções são variadas e vão além do seu automóvel: socorro mecânico e reboque para seu carro, eletricista, vidraceiro, conserto de eletrodomésticos e chaveiro sempre que precisar.

> Vivo Multiassistência: Garanta eletricista, vidraceiro e conserto de eletrodomésticos para casa
É importante entender de finanças bem antes de sair de casa.
como lidar com a avareza
economizar no seguro do carro
como economizar na limpeza
não consigo pagar financiamento veículo
cadeiras de bebê para automóvel