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por Vivo Seu Dinheiro

Crise econômica serve de trampolim para empreender

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Os momentos de crise na economia já serviram como ponto de partida para diversas histórias de negócios bem-sucedidos. A perda de emprego, geralmente, é o empurrãozinho que faltava para tirar aquele antigo projeto da gaveta. Afinal, nada melhor que a necessidade para começar a empreender.

De onde surge a vontade de empreender?

Como já era de se esperar, pessoas com os cargos e salários mais altos são as que enfrentam maiores dificuldades de recolocação no mercado. São executivos com ensino superior, pós-graduação ou MBA. A maioria começa a empreender para não ficar refém dos salários mais baixos disponíveis no mercado.

Conforme estudo realizado pela consultoria de recolocação de executivos DBM, esse alto padrão de empreendedorismo atinge hoje cerca de 100 mil pessoas no Brasil, repetindo, em menores proporções, o cenário norte-americano. A diferença é que, enquanto nos EUA uma empresa leva seis dias para sair do papel, aqui leva 152 dias.

empreender

Nos EUA, uma empresa leva seis dias para sair do papel, e no Brasil, 152 dias. Foto: iStock, Getty Images

Demissão é o primeiro passo para empreender

Foi assim que o economista João Böer, ex-diretor de vendas da multinacional de tecnologia Oracle, começou. Em entrevista à revista Veja, ele revelou que a decisão de ser seu próprio chefe foi um pouco demorada. Assim como outros empresários, ele ficou por alguns meses esperando o telefone tocar antes de abrir as portas de seu próprio negócio.

Com o tempo passando, as esperanças de uma boa recolocação ficaram menores. A partir daí, Böer investiu na pesquisa de mercado para encontrar um nicho em crescimento, onde houvesse uma demanda real. A escolha pelo setor de alimentação o levou a montar um restaurante de grelhados em São Paulo.

Um processo semelhante ocorreu com a administradora Clara Barreiros. Ela contou também à Veja que seu negócio foi impulsionado pela dificuldade em conseguir uma recolocação no mercado após a demissão do laboratório francês Sanofi-Aventis.

Ainda que tivesse total segurança da área em que trabalhava, ela buscou formação para entender mais de negócios. Responsável por toda a logística envolvida na manutenção do prédio da multinacional, ela abriu um negócio na mesma área.

E não é só no Brasil que este modelo de negócios prospera. A vontade de empreender muitas vezes tem como inspiração a inventividade de empresários estrangeiros. É o caso do corretor de imóveis norte-americano Bob Bernstein. Após a crise internacional iniciada em 2008, ele decidiu não apenas ter um novo emprego, como criar outros.

Após sua demissão, ele decidiu empreender unindo-se a uma start-up que desenvolve sites e criou diversos negócios diferentes, como revelou na época à revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Entre os nichos que trabalha estão uma plataforma de pesquisa de empregos, uma agência de descontos em viagem e uma loja de material esportivo.

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