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por Vivo Seu Dinheiro

Crédito estudantil pode valer a pena? Descubra

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Os custos envolvidos no pagamento de um curso superior podem ser altos, especialmente por conta da mensalidade envolvida. Não é à toa que os especialistas recomendam poupar dinheiro desde cedo. Para quem não consegue economizar o suficiente, o crédito estudantil é uma opção.

Vantagens do crédito estudantil

Para quem precisa de recursos para custear o sonho de se formar em uma universidade, o crédito estudantil apresenta algumas vantagens em relação a outras modalidades concedidas pelos bancos. Conforme explica Michel Brondani, sócio-diretor da B&W Consultoria, as principais delas são os juros menores e a possibilidade de negociar o prazo de pagamento de modo mais flexível.

“Diversas universidades possuem convênios com instituições financeiras, onde são oferecidos planos melhores. Vale ressaltar, essas taxas menores devem ser avaliadas e comparadas com outras formas de financiamento para fazer a escolha do melhor pacote”, ressalta Brondani.

Ele lembra ainda que, até o final do segundo semestre, a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP) pretende fechar acordos com algumas instituições financeiras para condições melhores nos financiamentos concedidos aos estudantes.

Antes de assinar um contrato de crédito estudantil, avalie as taxas de juros cobradas. Foto: iStock, Getty Images

Antes de assinar um contrato de crédito estudantil, avalie as taxas de juros cobradas. Foto: iStock, Getty Images

 

Fies é opção de crédito estudantil

Mas recorrer aos bancos não é a única possibilidade de conseguir obter crédito para realizar o seu curso. O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) também é opção. Embora o programa tenha passado por momentos de instabilidade no primeiro semestre do ano, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, garantiu nova chamada, porém sem especificar o número de vagas.

“A atual modalidade oferecida pelo governo, com taxas de juros que até o primeiro trimestre de 2015 era de 3,5% ao ano, é sim bem vantajosa, visto a baixa taxa de juros cobrada perante qualquer outro financiamento que é feito direto ao consumidor”, opina Brondani.

O financiamento oferecido pode ser para custear 50%, 75% ou 100% do valor da mensalidade e possui condições facilitadas de pagamento, que ocorrem em três períodos diferentes:

– Fase de utilização: durante o curso, o estudante só precisa pagar, a cada trimestre, o valor máximo de R$50, referente aos juros

– Fase de carência: terminada a graduação, são concedidos 18 meses de carência, em que também ocorre apenas o pagamento máximo de R$50 a cada três meses

– Fase de amortização: por fim, é hora de quitar a dívida. Agora o saldo acumulado é dividido em prestações que equivalem a até três vezes a duração do seu curso, com o acréscimo de mais 12 meses. Ou seja, uma faculdade que se estendeu ao longo de quatro anos pode ser paga em um prazo de outros 13.

Para não ter problemas com o pagamento mais tarde, é importante organizar o seu orçamento desde o início da faculdade e criar uma poupança que ajude você a arcar com as parcelas. Afinal, se estabilizar no mercado pode levar um tempo.

 

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