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por Vivo Seu Dinheiro

Consumo exagerado não faz mal apenas ao seu bolso

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O dilema entre adquirir um produto ou serviço desejado ou respeitar os limites que a renda mensal oferece é comum e costuma fazer parte da rotina. Não é à toa que planejar as compras e evitar o consumo exagerado é tarefa difícil – e nem sempre posta em prática.

De acordo com um levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) realizado em junho deste ano, mais da metade dos consumidores (53%) das capitais brasileiras admite ter realizado pelo menos uma compra por impulso nos três meses anteriores à pesquisa.

Evitar o consumo exagerado é tarefa difícil .

Estabelecer limites é o segredo para um consumo consciente do seu dinheiro. Foto: iStock, Getty Images

Como identificar o consumo exagerado

O dinheiro entra na conta e a primeira coisa a pensar é em como ele pode ser gasto. A descrição parece familiar? A sensação imediata é de bem-estar, mas, a longo prazo, o resultado pode ser o desequilíbrio das finanças e a dificuldade em guardar recursos para realizar sonhos.

Afinal, você pode até querer muito viajar no fim do ano, mas sem um planejamento financeiro, dificilmente vai guardar a quantia necessária. A dica é estipular o valor que precisa ser economizado mensalmente e separá-lo assim que o seu salário estiver disponível na conta.

Para o educador financeiro Pedro Braggio, especialista em consultoria financeiro familiar, o conselho vale mesmo para quem possui um bom salário e não costuma ter problemas relacionados à área de finanças.

Outra consequência comum do consumo exagerado é o acúmulo de produtos que, pouco depois de comprados, já não parecem mais tão atrativos e necessários quanto antes.

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Os riscos do consumo exagerado

É normal que você possua a vontade de comprar, pois ela é parte do modelo de sociedade em que vivemos. O grande desafio é estabelecer limites, especialmente quando esse desejo é uma constante e aparece como algo insaciável.

Conforme explica a psicóloga Natacha Barbosa, há situações em que aquilo que era apenas um comportamento prejudicial para as finanças passa a ser também uma compulsão: a oniomania.

A diferença entre os dois está basicamente no autocontrole, que precisa ser trabalhado a partir de acompanhamento terapêutico. Ou seja, não se trata de eliminar as compras do seu dia a dia, mas sim de encontrar uma maneira de estabelecer um consumo consciente e saudável, que não seja prejudicial.

Isso não significa apenas adquirir menos roupas no shopping ou diminuir o volume do carrinho de compras no supermercado, mas também estar atento ao uso de recursos hídricos e mesmo da energia elétrica, por exemplo.

Desse modo, o conceito de educação financeira é ampliado e passa a considerar implicações sociais e ambientes, com foco no coletivo.

 

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