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por Vivo Seu Dinheiro

Consumo colaborativo: velhos hábitos para novos conceitos

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O impacto ambiental gerado pelo consumo excessivo e a situação financeira desfavorável fazem ressurgir no Brasil uma prática antiga, hoje renomeada como consumo colaborativo. Essa modalidade nada mais é do que usar outras moedas de troca, excluindo o dinheiro da operação de compra.

Para quem se vê em volta de contas que não sabe como pagar, dinheiro em falta e dívidas acumulando, essa prática pode ser muito positiva para o bolso. Você sabe por onde começar para adotá-la?

Mãe ensina filha sobre consumo colaborativo

Lições sobre o consumo consciente devem ser passadas de geração para geração. Foto: iStock, Getty Images

Um novo consumo colaborativo

Com o novo consumo colaborativo, o antigo “escambo” volta à cena, com a troca de produtos e serviços diversos, sejam eles novos ou usados. Entretanto, o consumidor atual tem outras motivações, diferentes do que levavam nossos avós a fazer isso.

Além de aliviar o bolso em tempos modernos, as novas gerações também estão preocupadas com a sustentabilidade. Somente em 2012, o volume de lixo eletrônico chegou a 49 milhões de toneladas métricas, com previsão de aumentar em 33% até 2017, conforme a Universidade das Nações Unidas.

Na prática, o consumo colaborativo está levando muitos a trocar carrinhos e bebês conforto por outros objetos mais úteis à medida que seus filhos crescem. Da mesma forma, o livro que já foi lido pode ser dado como moeda de troca por outro, ou aquele celular que você não quer mais pode se renovar e servir como pagamento por um outro item.

A natureza agradece, pois o consumo colaborativo está diretamente ligado aos princípios do consumo consciente, que está baseado em atitudes como repensar, reduzir, reutilizar e reciclar.

Como praticar o consumo colaborativo

Diferente do “escambo”, costume ancestral que remete ao consumo colaborativo, não é mais necessário gastar saliva e sola de sapato pela vizinhança para saber quem tem algo útil que possa ser trocado.

Hoje em dia, com toda a tecnologia disponível, os objetos podem ser trocados entre pessoas totalmente desconhecidas. Basta tirar algumas fotos dos produtos que você tem disponíveis, colocar em sites especializados e aguardar o retorno de um interessado. O que não falta são sites de trocas de produtos, desde livros até objetos de maior valor.

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Mas engana-se quem pensa que esta modalidade de consumo para por aí. Um grupo de amigos que reúne-se para dividir um apartamento também está aderindo a essa prática. É uma forma de ter um espaço maior, com um padrão de vida mais alto, gastando menos.

Da mesma forma, há sites da web, como o House Carers, especializados em oferecer hospedagem para viajantes que não querem pagar os altos preços dos hotéis.

Um dos exemplos mais conhecidos no Brasil é a divisão de ambiente de forma colaborativa – o chamado coworking. Nesse caso, o escritório, os móveis, os suprimentos, as contas e até mesmo os serviços de secretária podem ser rateados entre os usuários.

 

O que acha de aderir ao consumo colaborativo? Deixe seu comentário!

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