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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça personagens femininas que já estamparam as cédulas brasileiras

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Mulher em nota de US$ 10? Segundo a Secretaria do Tesouro dos Estados Unidos, o país irá começar emitir, a partir de 2020, o rosto de uma personagem feminina em sua moeda. Ao contrário da polêmica nos EUA, em terras tupiniquins personagens femininas já foram lembradas na hora da emissão da moeda. Conheça algumas mulheres que já estamparam as cédulas brasileiras.

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Presente nas cédulas de 200 cruzados novos e 200 cruzeiros a Efígie da República voltou a estampar a moeda nacional com a criação do Real. Foto: iStock, by Getty Images

Mulheres em cédulas brasileiras

A discussão nos Estados Unidos começou em campanha realizada pela Associação de Defesa dos Direitos das Mulheres Women on 20’s. Foi sugerido o nome de Harriet Tubman, uma escrava que se tornou uma das grandes figuras do movimento abolicionista. A sua identidade, porém, só será revelada no decorrer deste ano.

Conheça três mulheres cujas faces já estamparam cédulas brasileiras:

Princesa Isabel

Princesa Isabel estampou a nota de 50 cruzeiros. Foto: Banco Central, Reprodução

Princesa Isabel estampou a nota de 50 cruzeiros. Foto: Banco Central, Reprodução

A Princesa Isabel foi a primeira, das poucas mulheres, a estamparem as cédulas brasileiras. Responsável pela assinatura da Lei Áurea, em 1888, a Redentora, como foi apelidada, fez parte das notas nacionais durante cinco anos. Seu período de circulação foi de 13 de fevereiro de 1967 a 30 de junho de 1972.

Fabricadas por Thomas de La Rue & Company Limited em 1967, as cédulas de 50 cruzeiros estampavam no anverso o período de vida da Princesa Isabel (1846 – 1921) e no reverso um painel com o quadro Lei Áurea, de autoria do pintor Cadmo Fausto de Souza. Nove anos depois, em 1981, ela voltaria a estampar as notas de 200 cruzeiros, e permaneceu até 1987.

Em 1981, Princesa Isabel a estampar as notas de 200 cruzeiros. Foto: Banco Central, Reprodução

Em 1981, Princesa Isabel a estampar as notas de 200 cruzeiros. Foto: Banco Central, Reprodução

Cecília Meireles

Foto: Banco Central, Reprodução

Cecília Meirelles foi homenageada nas notas de 100 cruzados novos. Foto: Banco Central, Reprodução

Entre 1989 e 1992, a poetisa foi homenageada nas notas de 100 cruzados novos. Em seu averso aparece um Retrato de Cecília Meireles (1901-1964), tendo a esquerda, a reprodução de desenho de sua autoria, ao qual se sobrepõem alguns versos manuscritos extraídos de seus cânticos.

Já no reverso, há a representação de duas gravuras. A da esquerda  demonstra o universo da criança, suas fantasias e o momento da aprendizagem. O painel é completado com a gravura da direita, que contém uma reprodução de desenhos feitos pela escritora, representativos de seus estudos sobre folclore, músicas e danças populares.

Baiana

Fabricada pela Casa da Moeda do Brasil, as cédulas com a Baiana impressa foram as últimas antes da implementação do Real. Seu período de circulação foi de apenas sete meses, de 30 de março a 15 de setembro de 1994.

Cédulas com a Baiana impressa foram as últimas antes da implementação do Real. Foto: Banco Central, Reprodução

Cédulas com a Baiana impressa foram as últimas antes da implementação do Real. Foto: Banco Central, Reprodução

No anverso da cédula, aparece o torço da Baiana e seus colares, tendo a esquerda um painel que figuram alguns de seus mais importantes balagandãs, os quais possuem diversos significados: romã e cacho de uvas (fecundidade); figa de madeira e dentes de animais (proteção); caju (abundância); peixe, cordeiro e pombas do Espírito Santo (elementos resultantes do sincretismo com o catolicismo).

No lado reverso, continha a Baiana, trajada com roupa de festas e com o tabuleiro de acarajé. Ao fundo a Igreja do Bonfim, em Salvador,  cenário de uma das mais famosas festas do sincretismo religiosos brasileiro: a Lavagem do Bonfim.

Efígie da República estampa as cédulas brasileiras hoje em dia

Presente nas cédulas de 200 cruzados novos e 200 cruzeiros a Efígie da República voltou a estampar a moeda nacional com a criação do Real. De lá para cá, ela esteve presente na nota de R$ 1 e ainda está nas de R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100. Segundo historiadores, o nome da figura feminina impressa na nota é Marianne, representa a razão, a nação, a pátria e principalmente as virtudes da república.

A origem do nome é um pouco incerta, mas a hipótese mais aceita é que se trate da junção dos dois nomes femininos mais comuns na França: Mari e Anne. Sendo assim, Marianne se tornou  o símbolo da república. E, além disso, simboliza também uma ruptura com o antigo regime autocrático chefiado por homens.

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