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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça os principais riscos de comprar imóvel na planta

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Para quem busca uma oportunidade barata de ter sua própria casa, optar por um imóvel que ainda nem saiu do papel pode ter vantagens, desde que se possa esperar pela conclusão da obra. A economia alcança até 30% no valor final, segundo estimativas. Mas nem tudo são flores: antes de bater o martelo, é essencial conhecer os principais riscos de comprar imóvel na planta.

Debatendo os riscos de comprar imóvel na planta

É fundamental se informar sobre cláusulas do contrato antes de fechar negócio. Foto: iStock, Getty Images

Riscos de comprar imóvel na planta

Por ser uma transação de longo prazo, na qual o comprador deve esperar diversos meses, ou até anos pela conclusão da obra, é importante estar com seu planejamento financeiro em dia durante o processo.

Em alguns casos, a espera pela entrega das chaves pode não compensar no bolso, já que muitos compradores arcam com custos de prestação e aluguel em outro imóvel durante esse tempo.

Em uma espera de três anos por um imóvel na planta, por exemplo, o comprador pode perder toda a economia feita no valor final da compra. Portanto, é essencial fazer bem as contas antes de assinar o contrato. Isso também pode ajudar a garantir que os valores pagos atinjam os requisitados 30% do valor do imóvel até o momento do recebimento das chaves.

Não avaliar corretamente a construtora ou incorporadora é outro dos riscos de comprar imóvel na planta. Além de avaliar bem o tempo de espera, ficar atento ao histórico da empresa responsável pelo projeto é uma dica fundamental na busca pelo bom negócio.

Buscar referências de obras anteriores, pedir informações sobre o tempo de execução e entrega da obra são importantes para fazer a melhor escolha. Visitar a obra também vale para ver de perto o trabalho da empreiteira.

Vale lembrar que a compra de um imóvel na planta gera um comprometimento em longo prazo, então, melhor saber com quem você está lidando, diminuindo a possibilidade de se incomodar com problemas ou atrasos na construção.

Fique de olho no contrato

Para evitar aborrecimentos, ficar de olho no contrato, principalmente em cláusulas referentes a juros, quebra de contrato e distrato em causa de descumprimento de obrigações, faz toda a diferença.

Há incorporadoras que repassam os custos de corretagem para o comprador, colocando-os no contrato. Mas a prática é considerada abusiva, segundo aponta o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Quanto à desistência do negócio, o chamado distrato, o comprador pode enfrentar transtornos, sem contar o prejuízo financeiro, pois muitos contratos não são claros sobre o tempo ou a quantia do montante pago que o comprador deve receber de volta. Geralmente, nessas situações, são recuperados de 75% a 90% do valor já pago.

No fim de abril, um pacto firmado no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, envolvendo governo federal, representantes do setor imobiliário e órgãos de defesa do consumidor, definiu novas regras para o distrato, com o objetivo de dar mais clareza ao processo.

Conforme o acordado, que não tem força de lei, há dois cenários possíveis: no primeiro, a incorporadora fica com 10% do valor do imóvel (até 90% do que foi pago pelo comprador). No outro cenário, o comprador perde o depósito – o chamado sinal – mais 20% do que foi pago em parcelas. Faça as contas e veja como isso pode se tornar um verdadeiro prejuízo para o comprador.

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