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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça os melhores lugares para fazer intercâmbio de 1 ano

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Se passar um mês no exterior para aperfeiçoar o idioma já é bom, imagine fazer intercâmbio de 1 ano. Certamente, esse é um sonho comum a qualquer estudante que busca uma oportunidade de maior fluência em idioma estrangeiro.

Conforme Ana Flora Bestetti, supervisora regional na CI Intercâmbio, quem busca um curso por um período tão longo, via de regra, são pessoas muito jovens, que ainda não entraram na universidade ou que trancaram a matrícula em busca de uma experiência internacional.

intercambio de 1 ano

Países que permitem trabalho de estrangeiros são opção para intercâmbios longos. Foto: iStock, Getty Images

Destinos para intercâmbio de 1 ano

Os lugares onde se pode fazer intercâmbio de um ano, conforme a supervisora, são um pouco limitados. “Só é possível permanecer por tanto tempo em países onde se possa trabalhar, que são Austrália, Irlanda, Nova Zelândia e Canadá”, explica.

Nos demais países, o visto emitido é o de turista, cuja validade é menor. “Na Austrália, por exemplo, quando um aluno se matricula em um curso com duração superior a 14 semanas, o país entende que o estudante precisa trabalhar. A partir daí, a emissão da permissão para o trabalho é emitida automaticamente”, explica Ana Flora.

Mas os prazos podem variar conforme o país. Na Irlanda, a permissão para trabalhar só é emitida para matrículas com duração mínima de seis meses. Os intercambistas geralmente conseguem trabalhos temporários, como garçom, garçonete, entregador de panfletos e jornais ou recepcionista de hotel.

“São trabalhos mais simples, que os locais não fazem ou onde realmente há vagas. A atividade, porém, depende muito da fluência do estudante. Se ainda estiver no nível básico de domínio do idioma, certamente terá um trabalho que necessite de menos diálogo com o público”, esclarece.

É interessante ter ciência desses fatos para não criar falsas expectativas, como trabalhar na área que você está cursando na faculdade. Ainda que os estrangeiros assumam tarefas mais simples, o ganho que se tem em termos de cultura é significativo.

“Todas as pessoas que voltam do intercâmbio de 1 ano trazem relatos incríveis de lições de vida, crescimento pessoal, rede de contatos e da multiculturalidade’, destaca a supervisora da CI.

Além de treinar o idioma, o trabalho é um momento de contato com estudantes de outros países, o que amplia as fronteiras e o conhecimento do aluno.

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As estatísticas, no que se refere a intercâmbios, prometem continuar em alta. Conforme dados da Belta (Associação Brasileira dos Organizadores de Viagens Internacionais), de janeiro a julho deste ano, a procura pela modalidade saltou de 21% para 40% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Os estudantes têm encontrado formas de driblar a crise: desde o congelamento do câmbio, linhas de crédito e até mesmo optando por cidades menores, com custo de vida mais baixo. Vale tudo, afinal, esse é um bom momento para buscar um diferencial no currículo.

 

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