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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça os diferentes tipos de fundos de investimentos

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Definidos como diferentes modalidades de aplicação coletiva, os diversos tipos de fundos de investimentos oferecem uma estrutura formal, conhecida como condomínio. É a partir dela que todo o capital é gerenciado e investido.

Mas, afinal, você sabe quais são as diferenças entre uma modalidade e outra? De acordo com o seu perfil e objetivos de retorno financeiro, vale a pena ficar de olho na hora de fazer a sua escolha.

Tipos de fundos de investimentos devem ser entendidos.

Com metas, estratégia e persistência, você alcança a rentabilidade no investimento. Foto: Shutterstock

Como funcionam os tipos de fundos de investimentos

Criado por um administrador, um fundo de investimento precisa definir, desde o início, quais são os seus objetivos, estratégias de ação e, não menos importante, em quais modelos de ativos financeiros vai poder investir.

De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), todas essas informações ficam reunidas em um documento, que é responsável por regulamentar e oferecer orientação aos que passam a fazer parte do fundo.

Com tudo definido, o fundo então recebe aplicações, que ocorrem com o suporte de instituições financeiras que oferecem opções de investimento aos seus clientes.

Ao aplicar o seu dinheiro, o investidor está adquirindo uma ou mais cotas, calculadas a partir do patrimônio do fundo, da quantidade de cotas oferecidas e do valor aplicado.

A partir daí, começa o investimento coletivo das aplicações de cada um dos cotistas. De acordo com a estratégia adotada e os resultados que ela oferece, varia o lucro obtido.

E quando o assunto é a rentabilidade, vale lembrar que existem dois tipos de fundos: os condomínios abertos e os fechados. No primeiro caso, explica a CVM, o resgate das cotas pode ser feito a qualquer momento. No segundo, por outro lado, só acontece depois que termina o prazo de duração do fundo.

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Quais são os tipos de fundos de investimentos

Para oferecer mais segurança ao investidor, a CVM regulamenta os fundos de investimento. Antes definidos pela Instrução nº 409, desde julho deste ano, eles obedecem às normas da Instrução nº 555, que os divide em quatro classes:

  • Fundo de Renda Fixa: o principal fator de risco da carteira é a variação da taxa de juros, do índice de preços ou de ambos. Pelo menos 80% dos investimentos devem estar ligados a essas características.
  • Fundo de Ações: como o próprio nome já sugere, a maior parte (pelo menos 67%) do patrimônio deve ser investido na área de ações. Em alguns casos, por exemplo, o objetivo pode ser acompanhar a variação de um índice de mercado.
  • Fundo Multimercado: diferente dos outros modelos, aqui não há apenas um fator de risco, mas vários. Por isso, existe o compromisso de concentrar as aplicações em um tipo ou outro de aplicação.
  • Fundo Cambial: ligados a investimentos em moedas estrangeiras, 80% do patrimônio deve estar investido em ativos relacionados à área.

 

Já sabe em quais tipos de fundos de investimentos aplicar? Comente!

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