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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça os benefícios ao abordar a educação financeira para crianças

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A educação financeira é a melhor forma de manter suas contas em dia e garantir que as dívidas não serão uma realidade. Mas, além de ser uma prática fundamental para os adultos, é importante que as crianças também sejam introduzidas a ela desde cedo. Os benefícios serão sentidos a longo prazo.

Educação financeira para crianças

Ensinar aos seus filhos lições de educação financeira não significa dizer que eles precisam conhecer todo o processo ou controlar seus gastos de forma rígida, sem espaços para negociações. A intenção é que eles possam, desde cedo, reconhecer a importância de adotar medidas que auxiliam a equilibrar a renda. Para que eles se interessem, deixe números e cálculos complexos de lado e aposte em histórias que possam ser aplicadas de acordo com as experiências que já fazem parte da rotina. Utilizar metas como ponto de partida pode ser um bom começo.

Embora seja importante falar sobre os gastos e as finanças, o educador financeiro Reinaldo Domingos destaca que o dinheiro não deve ser associado ao desempenho escolar, uma prática que ainda é muito comum entre os pais. Do contrário, a criança precisa ter claro que estudar é importante para o seu futuro e essa deve ser a sua motivação.

“Uma criança que só estuda para garantir a mesada no fim do mês poderá ter um rendimento muito baixo e, se, por algum motivo, a família deixar de ter condições de oferecê-la, isso poderá limitar o seu desenvolvimento intelectual”, explica Domingos.

Com a educação financeira pensada desde cedo, o resultado são adultos mais conscientes. Foto: iStock, Getty Images

Com a educação financeira pensada desde cedo, o resultado são adultos mais conscientes. Foto: iStock, Getty Images

Quando iniciar a educação financeira

Quando o assunto é a idade para começar, o educador financeiro acredita que, a partir dos três anos, já é possível ensinar noções básicas sobre o assunto. Tudo, é claro, de forma lúdica e sem pressões. Esse deve ser um momento de aprendizado, em que a criança possa aproveitar.

A mesada, por outro lado, deve ser deixada para mais tarde, por volta dos sete ou oito anos. É nessa fase que os pequenos começam a querer comprar objetos. A essa altura, os pais precisam ter ensinado como gastar esse dinheiro e quando é necessário economizar um pouco mais.

“Já sobre a quantia, o ideal é dar 50% do valor que a criança gasta no mês e explicar que a outra metade vocês vão investir nos sonhos de curto, médio e longo prazo, para que ela mesma possa relacionar”, exemplifica. No futuro, o resultado vai ser um adulto que consome de forma mais consciente.

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