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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça opções para realizar um intercâmbio com trabalho

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Se o seu desejo é aproveitar o máximo de uma viagem internacional, indo além dos conteúdos do curso de idiomas, conciliar intercâmbio com trabalho é boa opção. Mas pode não ser tão fácil encontrar um destino que aceite essa prática e ainda conciliar com seu gosto.

Atualmente, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e Canadá permitem fazer um intercâmbio com trabalho. Cada país, contudo, dita suas próprias regras e o tempo de permissão para atividades laborais.

Em cada país, é necessário um tempo mínimo de estudos para obter a permissão de trabalhar, conforme explica William Canteiro, Student Adviser da World Study. “Os prazos estão cada vez mais reduzidos para diminuir as tentativas de utilizar o intercâmbio como estratégia para morar no país”, esclarece.

Jovens aproveitando o intercambio com trabalho.

Na Austrália, intercambista consegue se manter com o salário que recebe. Foto: iStock, Getty Images

Destinos para o intercâmbio com trabalho

Saiba um pouco mais sobre as regras em cada um dos destinos que abrem a possibilidade de intercâmbio com trabalho.

Irlanda

Atualmente, é necessário chegar ao país já matriculado em um curso de, no mínimo, 25 semanas. Assim, ganha-se automaticamente a permissão para ficar mais seis meses trabalhando. Mas o tempo será reduzido a partir de 2016.

O período mínimo de estudos continuará o mesmo, porém só será permitido trabalhar por dois meses – o que totalizará oito meses de permanência.

Hoje, um curso de inglês na modalidade work & study (trabalho e estudo) está em torno de R$ 13 mil. O valor inclui acomodações somente no primeiro mês.

Nova Zelândia e Austrália

Os dois países possuem as mesmas regras para conciliar intercâmbio e trabalho. “É preciso fazer a matrícula para um curso de, no mínimo, três meses e meio. É possível iniciar um trabalho a partir de 14 semanas, podendo permanecer até um mês após o término das aulas”, destaca Canteiro.

O Student Adviser frisa que os estrangeiros começam sempre com atividades corriqueiras, como lavador de pratos ou entregador de jornais. Os que possuem maior fluência podem trabalhar como garçom ou garçonete.

E o salário pode cobrir perfeitamente as despesas. “Na Austrália, a média de pagamento é de US$ 18 a US$ 20 por hora, o que dá em torno de US$ 800 por semana. Esse valor cobre o aluguel e as despesas com alimentação”, diz. Canteiro lembra, porém, que o trabalho é árduo.

Canadá

O Canadá é o país mais diferenciado no que se refere ao trabalho. Ele só é permitido para estudantes universitários (matriculados nas universities) ou tecnólogos (colleges) e é restrito ao interior do campus. Em outras palavras, você precisa trabalhar onde estuda.

Além disso, é necessário estar matriculado em um período mínimo de dois a três anos. Dessa forma, o visto já é garantido por quatro anos.

Além disso, o estudante só pode trabalhar na área específica que está cursando. “O país quer qualificar pessoas de fora, mas exige que eles apliquem seus conhecimentos para contribuir com sua área”, explica Canteiro.

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