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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça o seguro de proteção financeira e avalie seus benefícios

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Com os aumentos sucessivos da inflação (a previsão do Banco Central é que feche o ano com a taxa de 9,32%, a maior em 13 anos), a preocupação em manter os compromissos em dia aumenta. Uma alternativa para não entrar no vermelho é o seguro de proteção financeira.

De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), Boris Ber, a modalidade pode ser definida como uma maneira de o indivíduo se proteger e garantir o pagamento de uma dívida diante de situações imprevistas e que possam comprometer a sua capacidade de honrar suas contas. Ela funciona da mesma maneira que o seguro prestamista.

Apesar das coberturas mais procuradas serem para o caso de desemprego, o seguro de proteção financeira também pode garantir premiações quando há situações que envolvam doença e/ou invalidez.

Seu custo varia de acordo com o tipo de proteção contratado.

Modalidade é alternativa de baixo custo para manter seu nome limpo. Foto: iStock, Getty Images

Quem oferece o seguro de proteção financeira

Segundo Ber, hoje em dia, o seguro de proteção financeira é oferecido por empresas de utilidade pública (luz e telefonia), varejistas (eletrônicos, material de construção e supermercado), instituições financeiras (financeiras, consórcios e bancos) e até mesmo escolas. “Ou seja, em casos em que os clientes efetuam pagamento mensal”, explica.

Dessa forma, ele pode ser considerado também como um microsseguro e seu o custo varia de acordo com o tipo de proteção contratado. Em geral, as empresas e instituições contratam a cobertura para vários clientes em pacote e é possível oferecer um custo bastante reduzido por segurado.

Alternativa para o equilíbrio financeiro

Para a corretora de seguros Joana D’arc Oliveira, a oferta do microsseguro prestamista, por parte do comércio varejista e das escolas, é uma forma de garantir uma maior liquidez e, em contrapartida, há redução no preço do produto ou serviço.

“Vale a pena se utilizar dessa proteção as pessoas que assumem dívidas, como a compra de um veículo ou imóvel financiado e que não dispõem de reservas financeiras emergenciais de ao menos 6 meses a um ano de seu salário”, sugere.

Além disso, ao permitir ao segurado o pagamento das suas prestações, mesmo diante de um evento como desemprego, invalidez ou morte, o seguro de proteção financeira é uma alternativa barata para manter seu nome limpo.

“Pode ser de grande valia quem ainda não conseguiu juntar uma reserva de emergência que possa garantir o seu equilíbrio financeiro nesse tipo de situação”, explica o vice presidente do Sincor-SP.

Independentemente do seguro contratado – mas, em especialmente o de proteção financeira – a leitura e entendimento das cláusulas contratuais são indispensáveis para a garantia da indenização. Por isso, é fundamental, ao contratar uma apólice, contar com o respaldo de um corretor de seguros.

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