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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça e avalie o sistema de carro compartilhado

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As bicicletas coletivas se tornaram populares no Brasil ao longo dos últimos anos. Disponíveis principalmente nas capitais, elas são uma alternativa para melhorar a mobilidade urbana e incentivar a adoção de práticas sustentáveis. Na mesma linha, surgem também iniciativas para disponibilizar à população um modelo de carro compartilhado.

Já comum em países europeus e mesmo nos Estados Unidos, no Brasil a modalidade ainda dá os seus primeiros passos, como é o caso do Carro Livre, projeto do Porto Digital que ainda está em fase de testes, mas que deve ser liberado para a população até o início de setembro.

Como funciona o carro compartilhado

No caso do Carro Livre, os veículos são elétricos, característica responsável por eliminar a emissão de gases e diminuir a poluição no trânsito. De acordo com a gerente de projetos do Porto Digital, Cidinha Gouveia, desde dezembro do ano passado três veículos têm sido utilizados para testes, restritos a apenas 50 usuários, como uma forma de analisar o desempenho e as funcionalidades oferecidas.

Quando totalmente carregado, o veículo conta com autonomia para rodar até 120 quilômetros, com velocidade máxima de 60 km/h. Semelhante a um carro automático, ele não possui marchas e conta com a vantagem de ser silencioso.

Compacto, o Carro Leve é elétrico e tem sistema de compartilhamento semelhante ao das bicicletas coletivas. Foto: Porto Digital

Carro Livre tem sistema de compartilhamento semelhante ao das bicicletas coletivas. Foto: Porto Digital

Para usar o carro compartilhado

O uso do automóvel é liberado a partir de um aplicativo próprio e o monitoramento é feito via GPS. Ao sair da fase de testes, ele vai estar disponível para qualquer pessoa maior de 18 anos que tenha carteira de motorista dentro data de validade, cartão de crédito e ainda comprovante de residência.
“Os usuários que preencherem esses requisitos poderão assinar o termo de uso e fazer a assinatura, ao custo de R$ 30 mensais. Cada vez que utilizar o veículo, o usuário vai pagar uma taxa, que varia de acordo com sua solidariedade”, explica Cidinha.
O projeto também incentiva o sistema de caronas, a partir da aplicação de taxas diferenciadas. Para quem utilizar o carro sozinho, o valor a ser pago é de R$20. Ao oferecer uma carona, o preço diminui para R$10, caso a pessoa não apareça ou ainda para R$5, quando o caroneiro também embarca.
Com a consolidação do projeto, a ideia é que surja o interesse do poder público e também de empresas privadas para expandir a iniciativa, assim como aconteceu com as bicicletas compartilhadas, que também nasceram como um piloto e hoje já ocupam as ruas e parques de diversas cidades espalhadas pelo Brasil inteiro.
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