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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça cuidados para evitar gastos com apps no cartão

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Uma vantagem dos smartphones e dos tablets são os aplicativos. Com um dispositivo móvel em mãos, o usuário tem um leque extenso de aplicativos com as mais variadas funções para todos os gostos e idades.

Aplicativos de redes sociais, jogos eletrônicos, notícias e vários utilitários diversos, com programações culturais, serviços de bancos e cartões de crédito, mapas e GPS, estão entre os mais baixados pelos usuários.

Muitos desses aplicativos são gratuitos e podem ser baixados com um simples toque dos dedos no display do dispositivo. Mas muitos também cobram por funções extras ou são pagos, pesando no bolso se o usuário perder o controle.

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Usuários devem prestar atenção ao câmbio na hora de comprar aplicativos para smartphones. Foto: iStock, by Getty Images

Gastos com apps pode pegar o consumidor de surpresa

Com a facilidade de pesquisa e de download, os gastos com apps podem pesar na fatura do cartão de crédito sem nem mesmo o consumidor se dar conta.

Como a maioria dos aplicativos é aparentemente barata, gira em torno de US$ 0,99 a US$ 4,99, baixá-los sem se dar conta do volume de gastos com apps pode gerar uma surpresa para o usuário com a chegada da fatura.

Os aplicativos podem ser baixados diretamente nos dispositivos ou em computadores por meio do iTunes ou App Store, no casos de iPhones e iPads, e do Google Play, para usuários do Android.

Seja qual for o sistema operacional do dispositivo, para realizar downloads o usuário precisa registrar nessas lojas virtuais o número de um cartão de crédito atrelado ao perfil do usuário. Depois que o registro é feito, toda e qualquer compra de aplicativo realizada por meio do smartphone ou tablet será debitada nesse cartão.

É aí que mora o perigo. Com a alta do dólar, os gastos com apps passaram a ficar mais caros. Os custos com compras de funções extras também são elevados. E graças à facilidade e rapidez do processo, é difícil manter um controle da quantidade de aplicativos baixados ou funções extras liberadas, ainda mais quando o celular ou tablet é utilizado por mais de um membro da família.

No caso de dispositivos utilizados por crianças, os gastos com apps podem ser ainda maiores. Como elas nem sempre têm dimensão de valores e ainda costumam mexer aleatoriamente em celulares e tablets, as compras acidentais ou em excesso podem virar um problema.

Dicas para controlar gastos com apps

Hoje em dia, os sistemas operacionais já aprenderam, graças a processos e reclamações, principalmente de pais, de gastos exorbitantes com aplicativos, a permitir o controle sobre os gastos com apps.

Toda e qualquer operação de download de aplicativos exige a confirmação da compra por meio da senha do perfil do usuário.

No Android, o sistema pede a senha na primeira compra e só volta a pedi-la novamente 30 minutos depois (o usuário pode alterar essa duração). O bloqueio por meio da senha é válido tanto para as compras no Google Play quanto nas compras in-app (caso de aplicativos gratuitos que cobram tarifas para desbloqueio de funções extras).

No caso do iPhone e iPad, o usuário pode descadastrar o pedido da senha para o download de aplicativos gratuitos. Para as compras in-app, o usuário deve ir nas configurações do dispositivo (Geral > Restrições) e ativar as restrições gerais ou para aplicativos específicos.

Cartões de crédito com benefícios

Além de toda a segurança, a Vivo, em parceria com o Itaú e o Santander, oferece cartões de crédito com uma série de vantagens. Com eles, você pode ganhar mais minutos para falar, mais dados para o acesso à internet, descontos no cinema e muito mais.

> Cartão de Crédito Vivo: Conheça as vantagens

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