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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça as opções para enviar dinheiro para o exterior

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Seja para sustentar um filho em uma viagem de estudos, para ajudar algum familiar em dificuldades financeiras ou para usar os próprios recursos fora do país, enviar dinheiro para o exterior pode ser difícil para quem não conhece os procedimentos.

É preciso ficar atento a taxas, prazos, limites e conversões para tomar a melhor decisão e não desperdiçar dinheiro. Ao conhecer as principais opções para quem deseja depositar recursos em outro país, é possível comparar e encontrar a transferência ideal para a sua necessidade.

Homem busca enviar dinheiro para o exterior

Em algumas opções de transferência, é preciso sacar o valor integral no exterior. Foto: iStock, Getty Images

Como enviar dinheiro para o exterior

Confira, a seguir, detalhes sobre quatro opções disponíveis para enviar dinheiro para o exterior:

Transferência entre contas

Na transferência entre contas, é necessário possuir uma conta nacional – de origem – e uma conta regularizada no exterior – de destino. Para realizar a transação, você precisa possuir o código Swift ou IBAN do destinatário.

Com essas informações em mãos, o próximo passo é se dirigir até um banco brasileiro e solicitar a transação. O processo é demorado, mas tem como principal benefício o valor do câmbio: ao contrário de outras opções para enviar dinheiro para o exterior, a transferência entre contas opera com o câmbio comercial, mais vantajoso para os consumidores do que o câmbio flutuante.

Só que o custo operacional do processo não é barato, o que inviabiliza a opção para quem deseja fazer transferências com frequência. Além disso, é preciso possuir uma conta em outro país, algo que não é acessível para estudantes em intercâmbio, por exemplo.

Remessa sem conta no exterior

Nessa modalidade, não é necessário que o remetente ou o destinatário possuam conta bancária. Basta o dono do dinheiro procurar uma agência autorizada pelo Banco Central e preencher uma ficha detalhando o local, a quantia e os dados de identificação de quem receberá o recurso.

Não há limite de valor, mas é preciso especificar a finalidade dos recursos. O processo tende a ser mais rápido e um pouco mais oneroso do que a transferência entre contas.

A principal desvantagem é o fato de que o beneficiário precisa sacar o valor integral da transferência. Como o montante tende a ser alto e o dinheiro deve ser sacado em espécie, há o risco de assaltos.

Correios – Vale postal internacional

Para enviar dinheiro ao exterior por meio do Vale postal oferecido pelos Correios, o interessado deve se dirigir a uma agência, portando CPF, RG, carteira de trabalho ou de habilitação e informar os dados e endereço do beneficiário.

O limite do valor a ser enviado varia de acordo com cada país, assim como o prazo para recebimento da transferência, que vai de dois a 15 dias. Ao contrário de outras modalidades para envio de dinheiro ao exterior, o Vale Postal é isento de IOF.

Também há a exigência de saque do valor integral uma única vez, mas essa não é a principal desvantagem: os Correios só possuem convênio com 26 países, deixando de fora alguns países muito requisitados, como os EUA. Confira a lista de países conveniados no site dos Correios.

Cartão pré-pago

Para utilizar o cartão pré-pago no exterior, basta procurar algum banco ou casa de câmbio que emita esses tipos de cartões. Em seguida, é necessário adquirir um deles e depositar a quantia desejada.

Para recarregar, o processo é simples: você deve entrar em contato com a operadora novamente e informar o depósito, para que o beneficiário faça uso do valor no exterior. O IOF cobrado na operação é de 6,38%. Além disso, é cobrada uma taxa do beneficiário para sacar o dinheiro no exterior.

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Mudança na lei encareceu o processo

Desde janeiro, o governo acabou com a isenção do Imposto de Renda Retido na Fonte para remessas ao exterior com valor de até R$ 20 mil. O benefício foi válido até o final do ano passado.

Porém, de acordo com informações da Receita Federal, o imposto não incide sobre todas as remessas ao exterior. A restrição fica por conta dos casos em que ocorre pagamento associado a uma prestação de serviço.

Nesse caso, quem sai perdendo são as empresas de turismo, já que o pagamento de pacotes turísticos e de hotéis será taxado, enquanto despesas relacionadas à educação, não. Para remessas com essa finalidade, o governo definiu a alíquota de 6%. A confirmação veio na Medida Provisória nº 713, publicada no Diário Oficial da União, em 2 de março.

 

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