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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça os principais tipos de investimento sem IR

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A maioria das aplicações no mercado exige o pagamento do Imposto de Renda sobre os lucros obtidos. Por conta disso, muitas pessoas deixam de investir e lucrar. Mas, embora a maioria das modalidades exijam esse pagamento, é possível encontrar investimentos sem IR, que ficam longe das tributações.

Poupança é investimento sem IR

A modalidade mais conhecida de investimento que não exige o pagamento de Imposto de Renda é a caderneta de poupança. Mas, mesmo com a sua facilidade e resgate imediato, os especialistas não costumam incentivar a sua adoção no cenário atual.

“O maior problema da poupança é que, no cenário econômico atual de alta inflação, seu rendimento não é capaz sequer de manter o poder de compra. A inflação nos últimos 12 meses medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA,  foi de 8,47%. No mesmo período, a poupança rendeu 7,25%”, explica o diretor da Vérios Investimentos, Felipe Sotto-Maior.

Antes de escolher o investimento sem IR, conheça as opções de diferentes instituições financeiras. Foto: iStock, Getty Images

Antes de escolher o investimento sem IR, conheça as opções de diferentes instituições financeiras. Foto: iStock, Getty Images

LCI e LCA são investimento sem IR

Outras duas opções são as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). Esse modelo de investimento sem IR pode ser feito pelo próprio banco ou através de uma corretora. Mas é preciso estar atento a alguns detalhes.

Os investimentos iniciam a partir de R$5 mil, o que exige do investidor um bom capital inicial. Além disso, mesmo que tenham bons rendimentos a curto prazo, possuem liquidez mais baixa. O prazo mínimo para o resgate dos títulos costuma iniciar em 90 dias.

Embora a LCI e LCA tenham se popularizado no Brasil, Sotto-Maior lembra que vale o mesmo cuidado existente com outras categorias de crédito privado: é preciso ter atenção com o risco de inadimplência, principalmente quando se trata de bancos menores. Ainda que o investimento esteja protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), não é uma boa ideia já iniciar a aplicação contando com ele.

Existem ainda outras possibilidades, mas os valores tendem a ser mais altos, a exemplo dos fundos imobiliários e debêntures de infraestrutura, lembra Alexandre Espirito Santo, professor de Finanças e Economia do Ibmec-RJ. Seja qual for a escolha, é preciso estar disposto a pesquisar em diferentes instituições financeiras e comprar as opções oferecidas.

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