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por Vivo Seu Dinheiro

Confira como fica a nova tabela de preços dos Correios

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A inflação realmente atinge a todos. Até mesmo a tabela de preços dos Correios foi alterada para combater o desequilíbrio fiscal da entidade. A estatal, desde 2012, vinha praticando preços defasados em relação à economia brasileira.

O reajuste de 8,89% eleva em apenas alguns centavos as tarifas da correspondência. Ainda assim, conhecer seus impactos é fundamental para que as contas da casa fiquem em dia. A boa notícia é que o serviço de encomendas (como o Sedex, por exemplo) não será afetado.

Cliente atento à tabela de preços dos Correios

Mudanças afetam apenas correspondências; valores das encomendas não mudam. Foto: Divulgação, Correios

O que muda na tabela de preços dos Correios

O aumento dos preços atingirá produtos como cartas, telegramas, FAC (contas e boletos bancários) e malote. Para se ter uma ideia de valores, a carta não comercial passou de R$ 0,95 para R$ 1,05. Já a carta comercial passa de R$ 1,40 para R$ 1,50.

A carta social, que é a modalidade enviada para os usuários do programa Bolsa Família, permanecerá com o mesmo valor, de R$ 0,01. As tarifas entraram em vigor em 14 de dezembro, data da publicação da nova tabela no Diário Oficial da União.

Impacto nos cofres da estatal

A expectativa é de um crescimento de R$ 780 milhões ao ano para o alinhamento financeiro dos Correios. Hoje, há um déficit estimado em R$ 2 bilhões no orçamento da estatal. O reajuste tem base em custos como o aumento de preço dos combustíveis, contratos de aluguel, transportes, vigilância, limpeza e salários dos empregados.

Para enfrentar o déficit orçamentário, a empresa não conta apenas com o aumento das tarifas. Até 29 de janeiro, muitos cortes e readequações estão previstos. Os contratos de patrocínio e mídia devem ser reduzidos, o tempo de frota dos veículos e mobiliário deve ser esticado e a entrega matutina e alternada das correspondências também está prevista, assim como a revisão dos aluguéis.

Como se pode perceber, o pedido de recomposição das tarifas integra uma série de medidas da nova gestão dos Correios, assumida recentemente por Giovanni Queiroz.

Estatal precisa equilibrar as contas

O novo presidente dos Correios já assumiu com a proposta de cortar gastos. Isso começou pelo próprio salário. Enquanto o antigo presidente da casa tinha um salário de R$ 46 mil, ele assumiu no final do ano ganhando R$ 19 mil a menos.

Da mesma forma, oito vice-presidentes que contavam com vencimentos brutos de R$ 40 mil, passarão agora a receber mensalmente R$ 24 mil. A ideia é fazer uma equiparação com o salário da presidente da República e dos demais ministros, que passou de R$ 30,9 mil para R$ 27,8 mil em novembro.

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