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por Vivo Seu Dinheiro

Como se preparar financeiramente para fazer curso no exterior

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Além da possibilidade de conhecer outros países e culturas, fazer um curso no exterior pode ser a oportunidade ideal para alavancar sua carreira profissional. Mas todos os pontos positivos trazidos por essa experiência têm seu preço, que não costuma ser baixo.

Há diversas opções de ensino. Existem desde cursos rápidos de línguas para iniciantes até aqueles em que o estudante pode cursar um semestre de sua faculdade em solo estrangeiro. Isso, claro, sem contar a opção de fazer toda a sua faculdade, por exemplo, em outro país. Seja qual for o seu caso, é preciso estar preparado para arcar com as despesas.

Curso no exterior em números

Os custos que envolvem um curso no exterior são decisivos para as escolhas que você vai fazer. Mas, ainda antes, é preciso pensar em outros detalhes. O diretor da World Place, Paulo Grassi, destaca a importância de se definir o objetivo do intercâmbio, para só então decidir o destino e o modelo do curso que será feito.

Tudo pronto? Hora de falar sobre os valores. De acordo com estimativa de Grassi, 25 semanas de curso na Irlanda, mais quatro semanas de acomodação, além de translado de recepção, seguro e taxas, pode sair na faixa de 2.300 euros, algo em torno de R$7.800. Se a escolha for a Austrália, o preço costuma ficar em 6.500 dólares australianos ou, aproximadamente, R$15.800.

Já em Toronto, no Canadá, um dos destinos preferidos dos intercambistas, o custo aproximado é de 6.900 dólares canadenses, o que representa um investimento de R$17.500. Que ir para San Diego, nos Estados Unidos? Esteja pronto para pagar um valor mais alto. Em média, o pacote sai por 7.200 dólares americanos. Com a moeda em alta, o preço fica próximo dos R$22.500.

Mais que um sonho, uma necessidade profissional. Foto: iStock, Getty Images

Mais que um sonho, uma necessidade profissional. Foto: iStock, Getty Images

Como pagar pelo curso no exterior

Agora que você já conhece os valores envolvidos para fazer um intercâmbio, é preciso pensar em como arcar com esses gastos. Se a escolha for por se especializar com um curso no exterior ou iniciar uma nova faculdade, o que leva tempo, é preciso estar ainda mais preparado para guardar uma reserva financeira.

Grassi explica que, no caso de um intercâmbio de seis meses, por exemplo, países como a Irlanda, Austrália e Nova Zelândia oferecem a possibilidade de que o estudante mantenha um emprego durante um turno, o que ajuda a pagar a viagem e também a estadia no país. Se essa não é uma possibilidade, a dica dos especialistas é o planejamento.

“Para todo objetivo, um planejamento é uma rubrica específica. Nasceu a filha? Calcule quanto deverá guardar por mês para, daqui a quinze anos, ter o suficiente para a festa.  Quer viajar no Ano Novo? Comece a guardar em janeiro o valor suficiente que multiplicado por 12 financiará sua viagem. Para intercâmbio é a mesma coisa. Planeje antes e guarde durante um período para dispor do valor quando do momento de realizar o objetivo”, explica o educador financeiro Paulo Pereira.

Outra questão que deve ser levada em conta é o uso de agências de intercâmbio. Elas ajudam a desburocratizar o processo. Porém, se a intenção é fazer um curso rápido, talvez você mesmo possa montar um pacote a partir de pesquisas na internet. Sempre que possível, também entre em contato com pessoas que vivem ou viveram na mesma situação e aproveite para coletar informações de gastos e do estilo de vida.

Você também está pensando em fazer um curso no exterior? Deixe um comentário!

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