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por Vivo Seu Dinheiro

Como manter o calendário de vacinação do seu pet em dia

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Até o dia 28 de novembro, segue no Rio de Janeiro o calendário de vacinação contra a raiva. Quando transmitida a humanos, a doença pode comprometer o sistema nervoso. A meta deste ano é vacinar 556 mil animais, entre cães e gatos.

Embora a vacina antirrábica seja a que mais costuma render campanhas e incentivos e mereça atenção especial, ela não é a única que deve ser tomada pelo seu pet.

O esquema de calendário de vacinação começa aos 45 dias de vida.

Além de uma dose nos primeiros meses, a vacina contra a raiva exige reforço anual. Foto: Shutterstock

Calendário de vacinação básica para pets

Para os cães, o esquema de vacinação começa aos 45 dias de vida, quando deve ser aplicada a vacina conhecida como polivalente, capaz de proteger o seu bichinho de oito ou dez doenças de uma única vez.

Passados 30 trinta dias, mais uma dose é aplicada. A última ocorre ainda 30 dias depois da segunda aplicação. Já aos quatro meses, é hora de vacinar o cachorro contra a raiva.

Depois desse calendário de vacinação inicial, tanto a polivalente quanto a antirrábica devem ser aplicadas anualmente, como um reforço das doses, que não têm efeito permanente.

Para os gatos, a rotina de vacinações inicia um pouco mais tarde, aos 60 dias, com a primeira dose da Múltipla, como é conhecida. Um mês depois, é tomada a segunda dose da vacina. Também aos quatro meses, é aplicada a antirrábica.

Assim como acontece com os cães, depois do esquema inicial, tanto a Múltipla quanto a vacina contra a raiva devem ser administradas anualmente. Para não se perder nas datas, confira o resumo abaixo:

Vacinação de cães

Idade Polivalente Raiva
45 dias 1ª dose
75 dias 2ª dose
105 dias 3ª dose
120 dias 1ª dose
Reforço anualmente anualmente

Vacinação de gatos

Idade Múltipla Raiva
60 dias 1ª dose
90 dias 2ª dose
120 dias 1ª dose
Reforço anualmente anualmente

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Atenção aos efeitos colaterais

Embora seja necessário, o momento da vacinação costuma ser de estresse para os animais. Ou seja, vale tomar cuidado com comportamentos agressivos, que podem ser uma resposta ao momento.

Além disso, assim como acontece com uma pessoa, a aplicação de medicamentos em cães e gatos também pode render efeitos colaterais, de acordo com a vacina. Os mais comuns são febre, falta de apetite, sonolência, coceira e sensibilidade na região em que a agulha foi inserida.

No último caso, o cuidado na hora de aplicar pode fazer toda a diferença, assim como contar com um médico veterinário de confiança, apto a realizar o procedimento.

 

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