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por Vivo Seu Dinheiro

Como financiar um imóvel usado? Confira o passo a passo

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Não quer mais saber de pagar aluguel, pois considera esse um gasto “morto”? A solução é ser dono do próprio lar. Caso você não tenha na mão o dinheiro necessário para fazer esse investimento, precisa aprender como financiar um imóvel e encarar toda a burocracia que esse processo exige.

Quem tem condições de bancar o serviço e menos disposição para enfrentar os trâmites pode contratar uma assessoria imobiliária, que ficará responsável pelo vai e vem de documentos nos cartórios e bancos. Mas conhecer todos os passos de um financiamento imobiliário é fundamental, mesmo que você se envolva menos com a organização da burocracia.

Cliente descobre como financiar um imóvel

Financiando o imóvel, você deixa de pagar um valor “morto” todo mês para o aluguel. Foto: iStock, Getty Images

Como financiar um imóvel em 7 passos

Para não se perder no processo, explicamos abaixo como financiar um imóvel, desde o momento em que você decidiu parar de viver de aluguel. Vale lembrar que, se a sua escolha for por uma casa ou apartamento usado, tende a pagar mais barato, mas é importante que o bem esteja em boas condições. Confira as dicas:

1. Economize

Quem financia um imóvel o faz porque não tem dinheiro para comprá-lo à vista, mas mesmo assim terá de desembolsar uma boa quantia de entrada. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, desde 2015, financia apenas 50% do valor total do imóvel por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), no caso dos financiamentos que usam recursos da poupança.

Isso significa que, pelas novas regras, a entrada precisa ser de metade do valor do imóvel. Outros bancos podem financiar até 80% do valor do imóvel, ou seja, você terá que pagar à vista pelo menos 20% do preço total antes de começar a quitar as parcelas.

2. Escolha o banco

As exigências quanto ao valor a ser pago na entrada podem impactar bastante, mas para escolher a melhor opção de financiamento você precisa olhar o quadro inteiro. Entre nos sites dos principais bancos do país e faça simulações de financiamento imobiliário. Você poderá encontrar diferenças significativas nos juros, especialmente se optar por um empréstimo em longo prazo.

A recomendação é avaliar qual o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento em cada instituição bancária. Esse índice revela quanto será pago no total por encargos, como juros, seguros obrigatórios e taxas de administração.

3. Defina o prazo

Há bancos que permitem um financiamento com duração de até 35 anos. É óbvio, mas não custa lembrar que, quanto mais longo for o pagamento, mais você terá pago em juros no final da compra. Mas também não adianta reduzir muito o número de parcelas e arriscar não ser capaz de cumprir com os pagamentos. A saída é, portanto, buscar um equilíbrio entre o prazo, os juros e a sua renda.

4. Entregar a documentação

Agora que você já quebrou a cabeça de tanto pensar e calcular e já escolheu o banco e o cenário ideal para o financiamento, chegou a hora de encarar toda a burocracia. Veja se o banco disponibiliza online um formulário de proposta de financiamento, ou então pegue-o na agência mais próxima.

Junto com a proposta, você precisará entregar sua documentação, que costuma incluir RG e CPF, comprovante de estado civil (caso você seja casado) e comprovante de renda. A maioria dos bancos ainda exige uma lista de certidões negativas de débitos e ações na Justiça.

5. Análise da documentação

Depois de entregues os documentos, você precisa aguardar o banco analisar a sua documentação e avaliar a sua capacidade financeira. Ele vai concluir se a sua renda e características estão de acordo com a proposta de financiamento que você fez.

6. Análise do imóvel

Aprovada a proposta, agora o banco vai solicitar a uma empresa de engenharia credenciada que avalie o imóvel que você deseja adquirir. A perícia vai analisar as condições do imóvel – ele precisa estar em boas condições – e concluirá se o preço a ser pago por ele está de acordo com o valor de mercado.

7. Assinatura do contrato

Com tudo aprovado, falta assinar o contrato de financiamento, registrá-lo em cartório e pagar o Imposto de Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI). Por fim, basta enviar uma via do contrato registrado para o banco, que liberará o pagamento para o vendedor. Aí é só pegar as chaves do seu novo lar e estourar o espumante para comemorar.

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Seguro para os seus bens

Assim que estiver com seu imóvel, uma boa dica é buscar uma proteção extra para seu patrimônio. Clientes Vivo podem contratar seguro residencial que garante, entre outras coberturas, amparo contra incêndio, raio e explosão. A apólice garante o pagamento de uma indenização, quando ocorrer danos à sua residência ou ao seu conteúdo.

O seguro ainda cobre prejuízos decorrentes de roubo ou furto qualificado, de problemas causados por danos elétricos e Responsabilidade Civil Familiar.

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