Vivo
 
por Vivo Seu Dinheiro

Como escolher corretora para Tesouro Direto sem errar

A- A+

O sucesso nos investimentos depende de diversos fatores. Saber como escolher corretora para Tesouro Direto, por exemplo, é um passo importante para apostar nessa modalidade. Afinal, somente com uma instituição financeira é possível viabilizar suas transações nela.

A corretora é responsável pelo cadastro do investidor junto a BM&FBovespa e também por intermediar a transferência dos recursos financeiros e títulos. Além disso, ela também fornece o apoio e acesso a funcionalidades, como o home broker, especialistas, palestras sobre investimentos, entre outros serviços.

Como escolher corretora para Tesouro Direto

Com suporte de corretora de confiança, há mais segurança para investir o dinheiro. Foto: iStock, Getty Images

Como escolher corretora para Tesouro Direto

Levando em conta toda a importância dessa decisão, confira sete dicas para você aprender como escolher a corretora para Tesouro Direto. Os conselhos são baseados em informações fornecidas pelo Tesouro Nacional.

1. Verifique se ela está habilitada a operar

Primeiro, verifique a lista das instituições financeiras habilitadas a operar no Tesouro Direto, disponível no site oficial da instituição. Todas as informações apresentadas foram fornecidas pelas próprias corretoras e podem ser alteradas por elas.

2. Cuide se o seu banco não está listado

Você também pode verificar se a seu banco está na lista das instituições habilitadas no Tesouro Direto. Caso haja essa facilidade, não é preciso, por exemplo, transferir recursos para a corretora escolhida (via TED, DOC ou depósito bancário). Nesse caso, quando investir em um título público, os recursos sairão diretamente da sua conta corrente.

3. Confira suas taxas e formas de cobrança

A lista de instituições informa a taxa de administração cobrada por cada corretora para fazer a intermediação, variando entre 0,0% e 2,0% ao ano. A maior parte delas adota taxas entre 0,1% e 0,5% ao ano. Atenção também para o formato da cobrança, que pode ser semestral, anual ou por operação.

4. Preste atenção no prazo de repasse

Outro cuidado a se tomar é com o prazo de repasse. Ele é que determina quando você vai receber o valor da sua aplicação após resgatar seu investimento. Esse repasse pode ocorrer no mesmo dia ou no próximo dia útil após a instituição receber o recurso do Tesouro Nacional. Cada corretora define qual padrão irá adotar e, na lista apresentada no site, você pode consultar esse dado.

5. Busque a praticidade dos Agentes Integrados

Via de regra, as aplicações no Tesouro Direto são realizados pelo site oficial da entidade. No entanto, algumas corretoras oferecem um ambiente diferenciado – nesse caso, são denominadas Agentes Integrados. A integração dos sistemas se traduz em uma maior praticidade, pois as compras de títulos podem ser feitas diretamente no site da própria instituição.

6. Conheça os canais de atendimento

Outro ponto importante a ser considerado é conhecer os canais de atendimento da instituição. Telefone, e-mail, chat ou especialista/gerente com conhecimentos sobre Tesouro Direto são algumas das opções possíveis. Além disso, pesquise o horário do funcionamento. Em algumas corretoras, essas funcionalidades estão disponíveis em horário comercial, enquanto outras disponibilizam 24h por dia.

7. Fique de olho nos critérios de segurança

Por fim, um fator importante nas decisões relacionadas a qualquer aplicação financeira é a segurança do investimento. Vale pesquisar sobre a corretora pretendida, e uma das maneiras de fazer isso é verificar se ela possui selos de certificação que atestam o cumprimento de determinados critérios de tecnologia, transparência e qualidade dos serviços prestados. Um exemplo de certificação é o selo conferido pelo Programa de Qualificação Operacional da BM&FBovespa.

Você vai se interessar por:

 

Aprendeu como escolher corretora para Tesouro Direto? Compartilhe as dicas!

O controle financeiro pessoal e o futebol
Ela aposta na longevidade saudável
Conversando sobre direitos do consumidor do plano de saúde
Pacientes com mais de 60 anos têm direito a acompanhante em caso de internação. Foto: iStock, Getty Images
Passo a passo para planejar financeiramente a gravidez
Opção para investir em commodities