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por Vivo Seu Dinheiro

Como colaborar com a caixinha de Natal sem apertar seu orçamento

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O espírito festivo que paira no ar no fim do ano pode ser o estopim para o descontrole financeiro. Além de uma lista – geralmente quilométrica – de amigos e parentes para presentear, muitas pessoas contribuem com a caixinha de Natal daqueles trabalhadores que foram úteis o ano todo.

Essa lista também é grande. Afinal, são muitas as pessoas que, mesmo com pouca intimidade, dão aquela mãozinha na nossa rotina. Sejam aqueles que cuidam da nossa casa quando saímos ou aqueles que nos ajudam a carregar as compras.

Caixinha de Natal

Até mesmo na hora da caixinha de Natal é preciso de planejamento financeiro. Foto: Shutterstock

Planeje a caixinha de Natal

Mas é bom lembrar: tudo que envolve dinheiro pode ser associado à palavra planejamento. Com a caixinha de Natal, não é diferente. “Independentemente de presentear alguém ou não, devemos sempre guardar entre 10% e 30% de nossos rendimentos”, lembra Roberto Padilha, professor da disciplina de Finanças Pessoais das Faculdades Senac.

Entretanto, conforme sustenta Padilha, a caixinha de Natal deve ser realizada à parte, pois a finalidade de poupar o ano todo é ter uma reserva para sonhos futuros ou eventualidades, como um problema de saúde.

“É interessante utilizar uma parte do décimo terceiro salário para essa caixinha”, aponta Padilha. “Muitas pessoas idosas têm esse tipo de atitude, mas nem sempre elas possuem renda alta. Então, não há mal em esperar um dinheiro extra”, completa.

Conforme Padilha, o planejamento é simples e deve ser realizado da mesma forma que a lista de presentes de Natal, ou mesmo semelhante a uma lista de supermercado.

Primeiro, relaciona-se os nomes de todas as pessoas que se deseja presentear. Em seguida, é estabelecida uma estimativa de valor para cada uma delas. “Caso a pessoa não viva só, é interessante conversar com a família e ver se todos concordam com os valores”, ressalta.

Uma alternativa interessante, apontada pelo professor, é diluir o valor da gorjeta em dois meses. “Se você deseja dar um valor maior para alguém que lhe ajuda muito, pode dar metade desse valor em dezembro, e a outra metade em janeiro. Além de não comprometer tanto o seu salário, a pessoa fica feliz em ser lembrada duas vezes”, considera.

Além disso, durante o período de férias, há pessoas que dão uma ajuda extra na rotina de uma família. “Algumas pessoas que vão à praia nas férias levam o telefone do porteiro e ligam em caso de emergência. Em outros casos, é ele que liga para avisar sobre qualquer eventualidade. Nesse caso, por fazer uma tarefa a mais, é interessante dar um valor maior em duas vezes”, sustenta.

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Ano Novo, contas novas

Ainda assim, por mais generosa que a pessoa seja, é importante lembrar que, logo após o Natal, chega um novo ano. E ele traz consigo uma porção de contas: IPTU, IPVA e rematrículas escolares estão entre as mais onerosas. Portanto, vá com calma.

 

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