Vivo
 
por Vivo Seu Dinheiro

Com novas regras, investir em fundos imobiliários fica mais simples

A- A+

Investir em fundos imobiliários vai ficar mais fácil a partir deste mês. Pelo menos é o que promete a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima). As mudanças anunciadas pela entidade contemplam uma classificação específica para esse tipo de investimento.

O objetivo é simplificar a comparação entre os fundos e oferecer mais transparência para os investidores. O resultado é o acesso a informações precisas para conhecer melhor o produto e definir as estratégias de aplicação, aponta o presidente do Comitê de Produtos Financeiros Imobiliários, Reinaldo Lacerda.

Investir em fundos imobiliários vai ficar mais fácil a partir deste mês.

Investir em imóveis requer conhecimento do mercado para fazer a melhor aplicação. Foto: Shutterstock

Regras para investir em fundos imobiliários

Com as mudanças, os fundos imobiliários passam a se dividir em dois níveis: mandato (que determina o objetivo do fundo de acordo com as metas do investimento) e por tipo de gestão (que pode ser passiva ou ativa). Confira como ficam, de acordo com a Anbima, as definições nos dois casos:

Mandato

Desenvolvimento para renda: fundos que investem mais do que dois terços do seu patrimônio líquido no desenvolvimento de projetos imobiliários que ainda estão em fase de construção ou não iniciaram. O objetivo é obter renda a partir da locação ou arrendamento.

Desenvolvimento para venda: funcionam do mesmo modo que o fundo do modelo anterior, com a diferença de que o objetivo final é a alienação para outra pessoa.

Renda: pelos menos dois terços do patrimônio líquido desses fundos é investido em empreendimentos imobiliários que já estão construídos, com geração de renda a partir da locação ou arrendamento.

Títulos e valores imobiliários: nessa modalidade, o valor acima dos dois terços do patrimônio é aplicado em títulos e valores imobiliários, como é o caso das ações.

Híbridos: casos em que a estratégia adotada pelos fundos não se encaixa em nenhuma das anteriores.

Gestão

Passiva: modelo em que os fundos especificam em seus regulamentos quais são os imóveis que vão fazer parte de suas carteiras de investimentos e também aqueles que acompanham um indicador relacionado ao mercado imobiliário.

Ativa: fundos que não seguem os critérios do modelo de gestão passiva.

Estratégia para investir em fundos imobiliários

Na prática, a classificação significa que, ao investir em fundos imobiliários, ocorre a combinação dos dois níveis, que gera a nomenclatura registrada na base de dados.

Como pelo menos dois terços do patrimônio líquido são destinados a um fim específico, é possível orientar as aplicações, desde o início, para uma área que o investidor acredita estar em desenvolvimento.

Há ainda a necessidade de definir qual é o segmento de atuação do fundo, que pode ser em agências bancárias, imóveis utilizados para atividades educacionais, hospitais, hotéis, residenciais, entre outros.

Você vai se interessar por:

Fundos imobiliários: descubra o que são e como investir

Confira pontos favoráveis do fundo de investimento imobiliário

Investir em imóveis no Brasil ainda é bom negócio? Descubra!

Proteção para seu imóvel

Para garantir sua tranquilidade, nada melhor que um seguro. Com o Seguro Proteção Residencial, oferecido pela Vivo em parceria com a Ace, está prevista uma indenização em caso de danos à sua residência em função de incêndio, raio, explosão, roubo e furto qualificado de bens, danos elétricos e responsabilidade civil e familiar.

> Seguros para seus bens: Proteção da sua casa até sua bolsa, mochila e carteira

Gostou das mudanças para investir em fundos imobiliários? Deixe seu comentário.

como lucrar vendendo cosméticos
vale a pena usar roupas de marca
quando vale a pena comprar título de capitalização
esteira ou bicicleta ergométrica
dicas para comprar uma boa esteira
investir em imóvel na planta vale a pena