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por Vivo Seu Dinheiro

Veja por que evitar os juros do cheque especial

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Quando as dívidas se acumulam e a dificuldade em pagar as contas cresce, é preciso buscar formas de voltar ao equilíbrio financeiro. Uma delas é o cheque especial, opção muito comum entre os brasileiros.

Os especialistas, no entanto, alertam que é preciso ter atenção com os juros do cheque especial, que podem se tornar mais um problema no orçamento. Para evitar ainda mais dívidas, saiba como ele funciona, suas principais características e quais cuidados precisam ser tomados.

Para não agravar as dívidas, tenha cuidado com o cheque especial. Foto: iStock, Getty Images

Para não agravar as dívidas, tenha cuidado com o cheque especial. Foto: iStock, Getty Images

O que é o cheque especial?

Ele é um instrumento financeiro que o banco oferece aos seus correntistas. Com ele, os clientes têm disponível um determinado valor de crédito vinculado à conta bancária. Quando utilizado, ele precisa ser pago com o acréscimo de juros e outros encargos. Ou seja, ele possui funcionamento semelhante ao de um empréstimo direto.

O banco costuma informar em seu extrato quanto você tem de limite mensal no cheque especial, quais as taxas cobradas, o custo efetivo total (taxa de juros e tributos obrigatórios) e, ainda, quantos dias de uso você tem. Um equívoco frequente é somar o saldo disponível na conta corrente com o limite do cheque especial. Por exemplo, se você tem R$ 500 na conta e seu limite é de R$ 1 mil, o seu banco irá permitir que você saque até R$ 1,5 mil. Mas os juros que você terá de pagar pelo empréstimo não costumam compensar.

Cuidado com os juros do cheque especial

No início de janeiro de 2015, o Procon do Estado de São Paulo verificou, a partir de consulta em sete bancos, que a taxa de juros média do cheque especial cobrada dos clientes era de 10,37% ao mês. Já a taxa de juros média de um empréstimo pessoal nas mesmas instituições financeiras era de 5,85%.

Tomemos, por exemplo, um banco que cobra uma taxa efetiva de 9,31% ao mês de cheque especial. Se você utilizar R$ 500 de cheque especial, ao fim do primeiro mês terá uma dívida de R$ 546,55. Caso você contraísse um empréstimo a uma taxa mensal de 5,85%, sua dívida seria de R$ 529,25.

O cuidado principal, no entanto, é para não deixar que o alívio imediato do cheque especial se torne um valor difícil de pagar em pouco tempo. Utilizando novamente o exemplo anterior, se você não conseguir pagar a dívida com o cheque especial ao longo de um ano, ao final desse período terá de desembolsar uma taxa de juros efetiva na ordem de 195,37%. Assim, aquele valor de R$ 500 seria agora de R$ 1.476,85.

A situação em que pode ser interessante utilizar esse instrumento é quando o seu banco oferece uma carência de 10 dias até começar a cobrar os juros, e você tem condições de quitar o débito antes do prazo. De outro modo, avalie que outras opções estão disponíveis.

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